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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Comunicando emoções

Impressões Pessoais

por Débora Martins

Há dias em que o céu nos põe frente a frente com o poder que as palavras têm de construir ou destruir os relacionamentos humanos.
Nossa extrema necessidade de comunicação tanto pode fazer com que digamos coisas horríveis para uma pessoa importante como dissolver antigos bloqueios de comunicação. Algumas coisas devem ser ditas, já outras devem ser pensadas mil vezes antes...
Às vezes queremos falar, às vezes não. Da mesma forma que às vezes queremos ouvir e outras tantas não. Como disse Sêneca: O discurso é o rosto do espírito. Logo, é possível perceber que comunicamos o que sentimos, comunicamos nosso momento, nossas emoções.
Quando estamos com nossas emoções equilibradas somos capazes de produzir belas poesias e até cantarolar. Já quando estamos tristes ou deprimidos nossa fala até se torna monótona e sem vibração. Para estes momentos, o melhor é não comunicar. Entenda e aprenda a respeitar seus próprios momentos. Comunicação é importante, sim, mas existem momentos em que o melhor simplesmente é não comunicar. Pense nisso!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Turbine suas reuniões

Impressões Profissionais

por Débora Martins

Se em suas reuniões todo mundo fala ao mesmo tempo, ou um fala e os demais permanecem calados, cabisbaixos, já está na hora de mudar este quadro, não? No editorial de hoje separei três dicas para que você possa ter boas idéias para turbinar suas próximas reuniões.

Inove – Já pensou em fazer uma reunião no escuro?
Calma, sua reunião não se dará no total breu, será apenas uma introdução para quebrar o gelo e despertar interesse.
É também uma ótima idéia para quem gosta de trabalhar metáforas. Ex. “Pessoal sei que hoje trouxeram luz e soluções para debatermos...”

Elemento-surpresa – Essa é para mexer com pessoas que adoram faltar às reuniões. Conduza sua reunião de forma convencional, sem gerar pressões ou expectativas. Ao final, surpreenda os participantes com algo inusitado. Ex. Um convidado, coffee break temático, ou uma sessão de massagem. Quem não tiver ido se arrependerá.

Use o lúdico – Sem perder o foco, convide os participantes a criar enquanto debatem. Ex. criar um mural, fazer colagens ou desenhar.
O conteúdo é absorvido com muito mais facilidade, além de se promover maior integração do grupo.

Dica máster: Não desperdice nenhuma idéia, portanto registre suas reuniões usando recursos de gravação em áudio.
Sucesso!

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Comunicação para todos!

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Parte da minha vida passei estudando e tentando encontrar formas de me comunicar melhor. Graças a Deus, um dia minha ficha caiu. Foi aí que compreendi que mais do que aprimorar meu vocabulário e minha escrita precisava ser coerente e me fazer entender. Então decidi abandonar o vocabulário acadêmico cheio de “a prioris” e “a posterioris” para que as pessoas realmente compreendessem a mensagem principal. A mobilidade da linguagem, as regionalidades e, sobretudo, a criatividade nos permite comunicar idéias a todas as classes, com clareza.

Tenta falar difícil – vai gaguejar. Afinal está tentando impressionar. Pergunta: A troco de quê?

Tenta falar escrachado – vai-se sentir ridículo. Já ouvi dizerem: Ai, isso não combina comigo... Blá, blá, blá.

Tenta ser você mesmo – Então? (essa eu deixo por sua conta).
Dica: Ser eu mesma é a que tem funcionado melhor. Eu garanto!

Afinal do que estou falando? Simplicidade, é obvio! Simplicidade.
Por favor, não confunda com analfabetismo e ignorância, pois quando o assunto se refere a política e diplomacia internacional a formalidade e academia são imprescindíveis.

Ufa! Voltando. É na linguagem simples que se compreende o verdadeiro objetivo de nossa comunicação. Ela é bem útil em nosso dia-a-dia. Pense nisso!

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sábado, 7 de outubro de 2006

Tornando-se um Bom Comunicador de Clientes

por Débora Martins

Falar com fluência é o sonho de muita gente, principalmente o de quem utiliza o telefone como instrumento de trabalho.
Na locução intervêm quatro variáveis importantes: a vocalização, a entonação, o ritmo e a atitude.
Uma vocalização clara facilita a compreensão da mensagem que se pretende transmitir ao receptor.

Habitualmente, quando falamos, não nos esforçamos em pronunciar todas as sílabas ou em atribuir a cada letra o seu som exato.
Geralmente na comunicação interpessoal contamos com outros recursos expressivos da linguagem não-verbal, o que facilita no contato face-a-face.
Já em uso de telefone não nos utilizamos destes apoios, e é por isso que uma boa vocalização adquire relevância vital para o sucesso de uma chamada.

Vejamos, aquelas pessoas que se põem pela primeira vez a "ler"/seguir um script por telefone descobrem, com assombro, a sensação de ter uma língua enormemente grande, que tropeça nos lugares mais insólitos: nos lábios, nos dentes, no palato.
Tal sensação demonstra despreparo e insegurança, que geralmente são transmitidos aos nossos clientes por meio da fala.

Porém, com o tempo se adquire confiança e conhecimento do produto/serviço, e a sensação desagradável desaparece com a prática.
Uma boa dica para melhorar a dicção é fazer alguns exercícios bastante simples que ajudarão no processo de desenvolvimento como comunicador de clientes.
Abrir as arcadas e os lábios, como numa gesticulação exagerada, é um recurso que facilita a produção de sons definidos.

Outro exercício que facilita a vocalização é a leitura de um texto com um objeto na boca, esforçando-se por falar da melhor maneira que tal objeto permita. Pode ser um lápis, uma caneta ou qualquer objeto semelhante que possa ser introduzido entre os dentes em sentido horizontal e o mais profundamente possível.

O exercício deve ser feito com o lápis seguro entre os dentes; a língua tropeçará no obstáculo, o que lhe fará adquirir flexibilidade e se recolocar na cavidade bucal.
Se você executar o exercício de forma constante, durante um tempo que pode variar de dez a quinze minutos por um período de 15 dias, os avanços serão notáveis, e comprováveis se for feita uma gravação diária da leitura do texto antes e depois de cada exercício.

Para que o resultado adquirido com a prática deste exercício se consolide é preciso executá-lo com constância sistemática, e não abandoná-lo ao notar o progresso que se produz nas primeiras sessões.


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