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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Nossas metas!

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Nossa! Faz tanto tempo... Lembro de minha mãe lendo em voz alta um artigo sobre como materializar os sonhos. Foi na revista Seleções, acho que em meados dos anos 70. Naquele momento eu parei o que estava fazendo (brincando, é claro) e ouvi com atenção. Muito antes de conhecer a Lei da Atração e descobrir O Segredo eu já os praticava.
Comecei fazendo desenhos de bens que queria obter e pendurava-os na cabeceira de minha cama. Depois de algum tempo passei a fazer recortes e pendurá-los no quadro de cortiça, e hoje também os coloco como papel de parede na área de trabalho de meu computador.
Quando uma meta não é realizada procuro avaliar se empreguei o esforço necessário; daí, reestruturo meu plano de ação quantas vezes for necessário, até realizá-la.
Acredito que muitas pessoas praticam, meio que intuitivamente, algumas destas leis para atrair não só prosperidade material, mas também alegria e bem-estar. Sim, podemos realizar, basta nos empenharmos!
Odeio conversar com gente pedinte que acha que as coisas devem cair do céu sem nenhum esforço. Este, definitivamente, não é o caminho.
Portando, faça sua lista de tarefas e assuma um compromisso. Realizar metas é uma delícia, além da satisfação da conquista temos a sensação de trabalho cumprido e energias renovadas. Experimente!

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

“Amigos Virtuais” – E agora?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Lembro-me das festinhas que fazíamos com pouquíssimos recursos, na garagem lá de casa. Lona no portão, sem erro, era sinal de festinha na vizinhança. O melhor é que todo mundo era muito bem-vindo.
Comparando-me ao meu irmão adolecente, com certeza posso afirmar que hoje é muito triste. As amizades são, na sua maioria, virtuais, ou seja, o amigo nem sabe onde você mora e vice-versa.
Caramba! Meus amigos chamavam a minha mãe de “mãe”, abriam a geladeira e chegavam sem avisar. Era uma delícia!

Como ajudar nossos amigos?
Bem, como você percebeu muitas coisas mudaram. Os amigos precisam deixar de ser, ou se tornarem menos, virtuais para que a qualidade dos relacionamentos melhore.
Vejamos um exemplo de como os relacionamentos distanciados pela modernidade são frios e sem consideração.

Vira e mexe, recebo um e-mail de alguém que conheci em determinada ocasião. Às vezes pedindo um conselho ou simplesmente com um currículo anexado. Aí eu pergunto: Quem é você?

Poxa! Por mais que a gente se esforce, é difícil lembrar de tanta gente. Aí eu pergunto novamente: Como posso ajudar se não sei nada sobre você?

Olha como a coisa é complexa:

Caso 1
Fulano quer um conselho para tomar uma decisão relacionada a mudança de emprego.
Daí a pessoa envia uma mensagem. Quer explicar a situação atual, o que almeja e, é claro, falar sobre suas insatisfações. Agora imagine quantas linhas teria esse e-mail? Outra coisa, o que responder e como avaliar se não conhecemos o outro lado da história?

Caso 2
Beltrano te envia um currículo citando que conhece você lá da empresa XPTO...
E agora? Eu o conheci no passado, como vou indicá-lo, afinal eu não acompanhei seu desenvolvimento profissional. Será que ele é um bom profissional? Será que me arrisco a indicá-lo?

Precisamos de uma mudança urgente. Ei, passa aqui em casa.


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quarta-feira, 4 de junho de 2008

E-mails - Educação na Comunicação

por Débora Martins e Iolanda Moura

A urgência na conclusão do TCC, na realização de um trabalho importante, ou até mesmo diante da pressão das metas diárias, faz com que procuremos por pessoas que são as fontes de informação de que precisamos. Ora, se há alguém que sabe mais do que eu por que não pedir ajuda?

No entanto, muitas vezes essa ajuda não chega e ficamos nos perguntando porque será que não fomos atendidos prontamente, afinal era só uma coisinha de nada, só uma perguntinha.

Pois é, muitas pessoas exigem as informações, isso sem ao menos perceberem que é necessário ter educação para obtê-la. Quando dependemos de alguém jamais devemos impor, cobrar ou exigir. É preciso ter mais humildade. Principalmente no caso dos estudantes que, afoitos com seus TCCs, ficam completamente atordoados e acabam se esquecendo do básico, que é tratar os outros com respeito.

Para este artigo e outros da série Educação na Comunicação, convidei a professora Iolanda Moura, que inclusive revisa meus textos, para escrevermos uma série de dicas de como obter melhores resultados por meio da comunicação.

No tema de hoje, como proposta acima, vamos tratar da escrita de simples e-mails.

Para que seus e-mails sejam respondidos é preciso que a mensagem seja clara e objetiva, sem erros e apresentada de forma coerente.

Vamos dividir em partes:

Que tal começar com uma saudação?
Bom Dia!

É importante se introduzir com um cumprimento, nada de ir logo tratando do assunto sem prévia delicadeza.

Depois tem que haver a própria identificação: sou fulano de tal, estudo em tal lugar...

Em seguida se deve entrar no assunto propriamente dito, expondo de maneira clara o seu propósito.

Importante! Nada dos símbolos usados na internet pra substituir as palavras, e que tudo seja o mais correto possível; o próprio sistema se incumbe de alertar para as palavras escritas incorretamente, em aplicativos como outlook; seja atencioso com os alertas na hora de enviar seu texto.

Agradeça no final, antes mesmo de receber a resposta. É como gostaria de ser tratado, não é?

Mas, pra tudo isso acontecer... Você vai ter que ter um mínimo interesse pela sua língua, se seu hábito de leitura se restringe a ver somente as mensagens dos amigos o resultado é o desastre na escrita...

Pois é, que tal investir um tempo na melhoria de sua escrita?
Se comunicar de forma apropriada, além de ser imprescindível para sua vida profissional, pode aumentar suas chances de obter o que deseja com mais rapidez.



É o primeiro artigo da série, portanto, pedimos que envie sua opinião.


Iolanda Moura http://www.letraguia.com.br
=Licenciatura Plena em Letras
=Preparadora de alunos para concursos
=Revisora de textos através da internet por sete anos
=Contratada por universitários, mestrandos e doutorandos para revisão de teses em universidades como USP, UNICAMP, UFSC, UnB, FGV, etc.

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segunda-feira, 31 de março de 2008

Motivação às avessas

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Certa vez, um empregado chegou à mesa do chefe para pedir demissão. Durante quarenta minutos ouviu do chefe palavras totalmente desencorajadoras. Este repetia várias vezes que era melhor não arriscar, não se aventurar... Blá,blá,blá... Enfim, lamentava e, para ilustrar melhor, contava diversas desgraças alheias. Com um sorriso nos lábios terminou afirmando que o colaborador jamais encontraria uma oportunidade como aquela e que, com certeza, ficaria na miséria. Ao final do monólogo sua decisão estava clara, não havia aceitado a demissão do rapaz. Mas como era um bom chefe, orientou-o para que pensasse melhor. Dias depois, o rapaz abandonou o emprego é nunca mais voltou, nem para dar baixa na carteira. Daí o chefe comentou: Tá vendo! A gente orienta mas o cara ainda por cima é mal agradecido.
O duro é observar um sujeito assim afirmar que está certo com tanta veemência. Fala sério!

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Com quem podemos contar?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

De repente, você se dá conta de que não pode contar com ninguém. Nossa, que coisa lastimável... Se pudesse descrever este sentimento seria algo como sentir uma pressão acústica, um silêncio interno momentâneo, ou ainda a sensação de ouvido tapado.
É por isso que se generaliza, como fiz no primeiro parágrafo: “não se pode contar com ninguém”.
Será? Geralmente as pessoas descobrem isso da pior maneira, quando se precisa de uma doação de sangue, por exemplo.
Contudo, mesmo vivenciando a mesma situação, é também possível descobrir que sempre se pode contar com muitas pessoas, embora, e inclusive, nunca se tenha acreditado ser possível.
Na realidade é tudo uma questão de ponto de vista, momentos e impressões.
O surpreendente é que, se prestarmos mais atenção, veremos que os grandes momentos da vida vêm por si mesmos.
O que verdadeiramente todos precisam é de um apertado e longo abraço. Prescrito em dose diária.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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