3.7.09

Foto da semana - Inveja

"Mais vale ser invejado que lastimado".
- Heródoto



A ingratidão nos magoa, é um tipo de deslealdade que vem de alguém que não se espera, mas, muitas vezes a raiz está na inveja.
O invejoso é ingrato e orgulhoso, não sabe receber e sempre se sente diminuído.
O mais importante é prestar atenção aos fatos, pois só os dignos sabem retribuir sem invejar.
Mas não tenho nada? – você se pergunta.
O invejoso às vezes inveja sua energia vital; um bem que jamais poderá ser comprado em qualquer loja.

1.7.09

Amor na Kombi

Impressões pessoais e profissionais
por Débora Martins

Já pensou besteira, não foi? Pode parar... hehehe!
O titulo sugere, mas não tem nada a ver com fazer sexo dentro de um Volkswagen Kombi Hippie estilo anos 70. Até que não é uma má idéia...
Mas, por enquanto, vamos deixar de lado as brincadeiras para comentar o artigo da semana. Nos últimos meses venho desenvolvendo um estudo comportamental sobre a “Geração Y”, bem como as melhores formas de promover educação corporativa alinhada com este novo perfil de profissional. Obviamente isto resulta em um melhor aproveitamento dos conteúdos transmitidos em sala, refletindo na dinâmica da aula, na abordagem didática e na assimilação das informações por parte dos treinados.
No artigo “Só resta o amor” fiz algumas considerações e convido o leitor à reflexão sobre questões importantes que afetam diretamente nossas relações.
O curioso é que, se fizermos uma análise mais cuidadosa, perceberemos que os comportamentos que chamo de “efeito Kombi” também são identificados em outras gerações e com um agravante: elas são os exemplos, os líderes de hoje, seja na sociedade, na cultura, na família, seja nas empresas. Boa leitura!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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Calendário de Palestra Gratuitas – 2º semestre 2009

Julho - 14:30h
16 – Como Atender Bem
23 – Motivação um diferencial Competitivo

Agosto - 14:30h
6 – Como Atender Bem
13 – Vender Também é Humano
20 – Motivação um diferencial Competitivo
27 – Como Atender Bem

Setembro - 9:00h
3 – Motivação um diferencial Competitivo
17 – Como Atender Bem
24 – Vender Também é Humano

Outubro - 9:00h
1 – Como Atender Bem
15 – Motivação um diferencial Competitivo
29 – Como Atender Bem

Novembro - 14:30h
5 – Vender Também é Humano
12 – Como Atender Bem
26 – Motivação um diferencial Competitivo

Dezembro - 14:30h
3 – Vender Também é Humano

O Instituto Via de Acesso promove palestras com a consultora Débora Martins sobre os temas: Atendimento, Vendas e Motivação.

Os interessados em participar devem realizar suas inscrições diretamente pelo telefone:
(11) 3809-9400 ou através do site: http://www.viadeacesso.org.br.

Todas as palestras são ministradas em São Paulo, na sede do instituto, localizado na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2050, 12o andar (próximo à estação Brigadeiro do metrô).
As palestras têm em média duas horas de duração e as vagas limitadas.

Incrições: http://www.viadeacesso.org.br/via_empresa/capacitacao.asp

Só resta o amor

Impressões pessoais e profissionais
por Débora Martins

Você presentearia com um marcador de páginas uma pessoa que não tem o costume de ler? A maioria das pessoas provavelmente responderia que não, afinal seria um presente inútil se analisarmos logicamente esta situação. Em outras palavras, seria um total desperdício de tempo e dinheiro; e, digo mais, a pessoa presenteada poderia até se sentir ofendida.

Entretanto, esse mesmo marcador talvez representasse um convite amigável a um mundo novo e extraordinário. Mas, para que isso efetivamente aconteça, é preciso estar com o espírito desarmado.

Quando passamos a maior parte do tempo nos defendendo ou querendo levantar fortalezas em nossa volta, ficamos completamente reativos a qualquer tipo de proposta, mesmo as favoráveis ao nosso crescimento.

Algumas vezes podem nos faltar recursos para presentearmos uma pessoa querida ou pode ser que ocorra o inverso: não recebamos nada. Porém ainda resta o amor. Quando nos faltarem os recursos materiais, nos faltar criatividade e mesmo assim precisarmos compartilhar, perceberemos que ainda resta o amor.

O amor representado por aquela visita no final da tarde, por aquele cafezinho, por uma mensagem que chega desinteressada só para saber se as coisas estão bem. Trocar afetos, interessar-se pelo próximo e ser gentil parece ter se tornado algo sem nenhum valor.

Observando alguns padrões de comportamento, percebemos que os afetos se tornaram consumidores de tempo; o mesmo que seria mais bem empregado em coisas tão abstratas e efêmeras como as relações virtuais, por exemplo. Infelizmente é o que compreendem algumas pessoas.

A questão é que vivemos tempos em que os relacionamentos se tornaram utilitários, em que as pessoas se encostam uma nas outras somente a fim de subtrair algo: material, energético e espiritual.

Seja bem-vindo ao que chamo de “efeito Kombi”, pelo qual, para conviver em sociedade, é preciso ser utilitário, robusto, estar disponível e com as portas abertas para que tudo entre e possa ser carregado (com baixo custo) para cima e para baixo, de um lado para o outro. Ah! Já estava esquecendo: se for usado dentro das especificações-padrão, pode durar por um longo período.

Ainda temos a capacidade de amar e trocar afetos hoje! Respeitando a opinião do próximo, sendo gentis e, sobretudo, menos egoístas. Quando tudo acabar, ainda restará o amor. Pense nisso!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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28.6.09

Nossas cômodas certezas

Impressões pessoais e profissionais
por Débora Martins

Coitado do menininho – seu sorvete caiu.
Curioso, ele não esboçou qualquer reação. Pera lá, mas onde já se viu um negócio desses? Qualquer criança abriria o maior berreiro, mas isto não aconteceu... E você sabe por quê? Certeza!
Pois é, o garotinho tinha “certeza” de que em segundos receberia outro sorvete novinho, talvez maior e ainda mais saboroso. Ele já sabe, afinal isso é fruto das compensações e das permissividades da nossa sociedade atual.
No entanto, as certezas são boas amigas. Ter certeza de que algo irá acontecer é confortável e ao mesmo tempo nos traz uma sensação de estabilidade.
Quando você tem certeza de que será aprovado no exame de direção, de que passará no vestibular e de que posteriormente conquistará o cargo tão almejado naquela grande empresa, você se sente autoconfiante. São tantas as boas certezas que o desenrolar dos fatos seguintes é natural. Você já sabe: a compra da casa própria, o carro sonhado, o sucesso profissional, e assim por diante.
Embora saibamos do poder que possuímos de materializar nossos sonhos, torna-se importante observar que o menininho, infelizmente, não obterá o mesmo sucesso na vida adulta.




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