
Impressões profissionais
por Débora Martins
Angustia, desgaste energético, dor de cabeça, raiva e uma vontade enorme de avançar no pescoço de alguém...Humm
Há quem se sinta tão enfurecido, mas tão enfurecido, diante de uma situação de conflito, que acabe ficando com sangue nos olhos. Mas será que precisa de tudo isso?
Preocupada com sua saúde Mariana, 29 anos, gerente de atendimento resolveu nos escrever perguntando – Qual é a melhor forma de lidar com conflitos sem se deixar influenciar negativamente?
Mariana, neste caso vou recorrer, por incrível que pareça, a Nicolau Maquiavel para responder a sua questão: “Eu creio que um dos princípios essenciais da sabedoria é o de se abster das ameaças verbais ou insultos.”
Sim, é preciso se abster, isso é agir com sabedoria. Atitude quase impossível... Mas também que requer paciência, pois não é da noite para o dia que nos tornamos sábios. Repito, é preciso muita paciência e controle emocional.
É inteligente se calar, ouvir e se manter pacífico diante de determinadas situações. Precisamos mudar o foco e ajustar nossos sentimentos a cada conflito buscando equilíbrio sem deixar o aspecto emocional sobressair ao racional. Tomando esta consciência conseguimos gerenciar melhor nossas relações e assim conviver bem em equipe.
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br/












3 comentários:
Muito bom seu post Debora.
Sempre fui pacífica em situações extremamente estressantes. De nada adianta extrapolar nas palavras... no final só haverá mais mágoas e ira. O silêncio é e sempre será uma atitude sábia. Bjs
Olá, Débora!
Nos conflitos, nas crises, nas dificuldades é onde a pessoa deve se revelar um bom líder. Saber resolver esses problemas com sabedoria, maestria e sem prejudicar ninguém é o passaporte para embarcar um líder em todos os sentidos. Bela postagem, relatando sobre um tema da mais alta relevância.
Abraços
Francisco Castro
Para manter-se em silêncio diante de um insulto, é preciso que não o vemos assim. Quando mudamos nossa perspectiva das coisas descobrimos que é nossa própria autorização que faz da palavra do outro um insulto.
Se ele não tiver nosso consentimento não haverá insulto, por mais que suas palavras sejam ríspidas.
Bjão!
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