quinta-feira, 15 de maio de 2008

O que está acontecendo com a nossa educação?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Sei lá, parece que depois da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente alguns pais se tornaram pouco inteligentes ou acomodados.
Falando de Estatuto, no primeiro artigo, por exemplo, a lei exige “proteção integral à criança e ao adolescente”; isto é maravilhoso.
Sem ironia, temos um governo que se preocupa e assegura o bem-estar dos nossos jovens. No entanto, a lei não diz aos pais, em momento algum, que estão isentos de educar seus filhos para respeitarem o próximo.
Tem dúvidas? Basta ir ao restaurante mais próximo de sua casa e verá crianças literalmente pisando nos outros, desperdiçando comida e proferindo palavras ofensivas a qualquer pessoa, sem que os pais levantem uma só sobrancelha de preocupação.
Pais, não se tomem das dores do mundo, estou apenas expressando minha opinião.
Porém, observem-se!

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segunda-feira, 12 de maio de 2008

A importância dos bons relacionamentos deve começar desde cedo

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Família, vizinhos e sociedade
A Dona Cida sempre me pedia para ir ao mercadinho do bairro para ela, nossa, que mulher mais filha da mãe... Nunca me deu um centavo e ainda conferia o troco na minha cara, que raiva!
Já com Dona Célia o negócio era diferente, ela era esposa do seu Milton, o policial militar lá da rua. Com ela, além de receber uns trocados sempre era oferecido um copo de suco geladinho, não daqueles de dar dor no dente. Ou, como dizia a minha mãe, um suco “fresco e natural”, como se tivesse acabado de ser feito.
Tinha mais um monte de gente lá na rua. Gente chata, gente legal, alguns misteriosos e outros praticamente invisíveis.
No entanto, todas estas pessoas foram fundamentais para que eu começasse a compreender a importância de relacionar bem, desde cedo.

Fazendo valer a pena
Relacionar-se bem. Talvez você esteja se perguntando se vale a pena. Bom, nunca deixei de ir ao mercadinho para Dona Cida. Calma, não estava louca nem era uma masoquista mirim, apenas havia recebido orientações por parte de meus pais para tratar todo mundo bem, inclusive os idosos.
No caso da Dona Célia era a mesma coisa, não era porque ganhava uns trocados e bebia aquele suco delicioso que iria atendê-la de forma diferente, puxando o saco ou coisa parecida. Afinal, ambas necessitavam dos meus “préstimos infantis”, e não me custava nada andar, com minhas pernas gordinhas, dois pequenos quarteirões até o mercadinho.

Cadê o reconhecimento?
Mas, será que elas reconheciam meu esforço? Será que percebiam que eu era diferente das outras crianças?
Para falar a verdade, este reconhecimento nunca aconteceu. É claro que às vezes ficava chateada, mas como sempre fui orientada para compreender que algumas pessoas valorizam o que fazemos e outras nem tanto, bem, isso não era um problema para mim.
Gente, não fui criança modelo, não! Muito pelo contrário, abaixo revelo qual é “o pulo do gato”, ou seja, o que contribuiu e contribui até hoje para minha compreensão sobre a importância dos relacionamentos:

“Ajude seu filho a formar bons hábitos enquanto ainda é pequeno. Assim, ele nunca abandonará o bom caminho, mesmo depois de adulto.”
- Provérbios 22:6

Nota: Minha Bíblia é Viva, ou seja, tem uma nova tradução, portanto entenda Ajude como Ensine.

Fazendo um exercício constante
Que tal fechar os olhos por alguns instantes (depois de ler este parágrafo) e viajar até sua infância, para recordar quais orientações recebeu de seus pais, você topa?

Algum tempo depois...

Se você só viveu episódios maravilhosos, yes!
Parabéns, por ter encontrado pessoas como seus pais, que serviram de exemplo para construção de bons relacionamentos em sua vida.
Não foi assim? Sinto muito caso suas lembranças não tenham sido tão agradáveis. Porém, caso forçasse um pouco mais sua memória, você certamente encontraria alguns episódios bem sucedidos.

Mas não fique triste, e perceba que isto não acontece somente com você; acompanhe o caso de um aluno meu:

Certa vez, pedi a um aluno para fazer este exercício em sala. Infelizmente ele somente tinha lembranças de sua mãe debruçada sobre o portão, falando mal dos vizinhos.
Orientei-o a direcionar seus pensamentos a alguma outra pessoa. O aluno então escolheu pensar em seu pai, o que foi muito pior, pois somente recordava diálogos cheios de preconceito e racismo.
Foi aí que ele percebeu que desde sua infância nunca tinha conseguido exemplos de como se relacionar de forma harmoniosa com as pessoas.
Opa, opa, opa! Nada de culpar seus pais ou familiares pelo fracasso de suas relações atuais.
Todos os pais “pecam” na educação dos filhos, esta tarefa “não é mole”. Pessoas adultas precisam se conscientizar disto e encontrar meios independentes para persistir nos seus propósitos, além de respeitar os pais pelo que naturalmente são e pelo que lhes fizeram de bom.
Agora, se sentir que isso é impossível, não fique triste. Talvez ainda não tenha chegado sua hora de perceber este fato.

Nem sempre nossa história tem um início feliz
Olhe para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita. Procure em todas as direções da sua vida exemplos de pessoas que você admira; com certeza, em algum momento, fizeram algo para te conquistar. O que foi?
Mergulhe nas dimensões do seu inconsciente e aprenda a perdoar cada personagem que você considera falho em sua história, e aprenda também a valorizar os que te valorizam.
Portanto, tome consciência de que é muito importante gerenciar suas relações, independentemente do meio em que convive e da educação que recebeu.
É isso mesmo, educação! O que faz toda a diferença.


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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Dia das mães

Impressões Pessoais

Minha mãe merece um prêmio!
Ah, com certeza essa mulher merece.
Desconheço um ser com tanta paciência e capaz de compreender as coisas da maneira mais natural do mundo. Quando pergunto a minha mãe se sou boa filha ela sempre ri (nunca responde)... Ai, ai, ai. Oh, que dúvida cruel.
Mas não me batendo já é um bom sinal... Ahahah!
Brincadeiras à parte, sou péssima em fazer homenagens, prefiro só fazer-lhe companhia ao visitar seus lugares preferidos. Cada bate-papo acompanhado de uma enorme fatia de bolo é o que torna os elos de nossa relação mais fortes. Minha mãe sempre me tratou como ser humano. É, eu acho que taí o diferencial. Ela nunca se intrometeu nas minhas coisas, nunca opinou sobre minhas escolhas e nem me controlou demais. Além de me ensinar a diferença entre o certo e o errado. Sobretudo, ela sempre me respeitou.
Com minha mãe não tem pirotecnia, ela é quietinha e pensativa, mas sempre me incentivando, mesmo que discretamente, pra não causar ciúme aos irmãos.
À mãe - que chamo só de Lu - devo tudo, inclusive dinheiro... Acho que é por isso que ela não responde se sou boa filha.
Enfim, o que ela me deseja jamais seria capaz de expressar, compreender ou retribuir. Então, só devo agradecer... Ei, e nada de presentinho vagabundo!
É só pelo apoio dela que hoje sou capaz de realizar todos os meus sonhos.

Foto: Dani e Guga (irmãos), Dona Lu e eu. Faltou a Rê (irmã).

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Nossos relacionamentos

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Durante toda minha infância, uma das coisas que mais me aborrecia era lidar com crianças egoístas, isso mesmo, aquelas bem chatinhas, sabe?
Crianças que na escola não emprestavam seus lápis de cor, nunca partilhavam seu lanche, e jamais demonstravam interesse em ajudar os outros.
Sem contar aquele tipo de pestinha que para tudo recorria à desculpa da mamãe, “Minha mãe não deixa!”, “Minha mãe não quer!” O duro que é que este argumento era utilizado para as coisas mais bobas do mundo.
Mas não foi só na escola que tive oportunidade de conhecer crianças assim. Lá na rua, por exemplo, tinha uma menina que oferecia refrigerante para mim e para meus irmãos, mas na hora em que colocávamos os lábios no canudo a sem vergonha apertava-o com os dedos regulando a quantidade, é mole?
Enfim, estas crianças cresceram, mas por experiência própria (infelizmente) descobri que continuam adotando estes comportamentos no seu dia-a-dia, só que com um agravante, agora são adultos... Será?!
Afinal, do que estamos falando? Simples: RELACIONAMENTO!
Pois é, relacionamento é uma grande sacada, pois é por meio de nosso comportamento pessoal e social que conseguimos conviver com qualidade e obter vantagens em todas as esferas de nossa vida.
Só lembrando, não tenho como pretensão debater, tampouco me aprofundar, em temas psicológicos, científicos ou até mesmo espirituais, deixo para os especialistas.
O que quero mesmo é dividir com você meu conhecimento e minhas experiências, e falar acerca de como é importante se relacionar de forma saudável. Quem já conhece meu estilo, debochado e direto, bem, sabe que falo algumas verdades sobre relacionamento. Portanto, sinta-se à vontade para rir, chorar, mostrar para alguém ou, se for o caso, vestir a carapuça... Ahahah...
É a lei do retorno:
Lembre-se de não brigar com o garçom para que seu lanche não seja maculado.
Cumprimente o porteiro do prédio para que ele não te deixe na chuva por muito tempo. E assim por diante...
Para mim é muito importante esclarecer que meus artigos (de vocabulário simples) têm como único objetivo ajudá-lo a refletir sobre seus relacionamentos, sejam eles pessoais ou profissionais.
Portanto, façam seus meus lápis de cor... Ah, sim, minha mãe deixa!


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terça-feira, 6 de maio de 2008

Ok! Pessoal, vamos apagar tudo e começar novamente...

Impressões Profissionais e Pessoais

Clientes e Alunos,

Gente, o que faço com tanto carinho?
Já sei! Vou leva-los no Mc...Ahahah!
Brincadeiras à parte, recebam meu agradecimento especial pelo voto de confiança e credibilidade. Este é o principal incentivo para a evolução de meu trabalho.

Um forte abraço,
Débora Martins

segunda-feira, 5 de maio de 2008

“Foi sorte!”

Impressões Pessoais
por Débora Martins

“Foi sorte!” Hum... Sintomas de inveja
Olha que benção! O Robertinho mal se formou na faculdade de tecnologia e de cara conseguiu uma vaga numa das maiores multinacionais do país. Sorte?
Leitores, com o perdão da palavra, sorte o CAMBAL!
Pois é, a pessoa se esforça, traça metas, muda toda a sua rotina, levanta de madrugada, come e dorme mal, e quando atinge seu objetivo sempre aparece alguém para atribuir seu esforço a pura sorte. Sinto muito, mas isso é afirmação típica de gente invejosa. Os invejosos são assim mesmo, não acreditam na capacidade de luta e perseverança de outras pessoas e logo atribuem ao acaso o sucesso merecido. Um invejoso fica triste quando outra pessoa é bem sucedida na área onde ele fracassou. Como é um sentimento, a inveja pode brotar em qualquer pessoa; no entanto, podemos rejeitá-la ou fomentá-la. Isso dependerá do estado de espírito de cada um. Agora, o melhor mesmo é fugir dessa gente que adora esticar os olhos sobre o que é dos outros.
Como diz meu primo Tuca, “todo mundo vê as pingas que eu tomo, mas não vê os tombos que eu levo”.

Especial para Luciana Alves, Renato Rocha e Cia Ltda. Creio em Deus pai todo poderoso...Amém

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quinta-feira, 1 de maio de 2008

O que sabemos sobre motivação?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Ao longo dos anos, desde a década de 90, as empresas criaram novas formas de interagir com seus colaboradores. A crescente evolução na área de Recursos Humanos tem contribuído para melhoria nas relações.

Uma prova disso é a criação de programas motivacionais, cujo objetivo é proporcionar ao colaborador um ambiente de valorização cada vez mais agradável ao convívio social.

Colaboradores motivados produzem mais e melhor. Querem participar opinar, criar e contribuir. Tudo isso graças ao estímulo que recebem. Este por sua vez, torna-se cada vez mais exigente.
Daí, o departamento de Recursos Humanos tem um novo perfil de cliente interno para atender. Não apenas isso, pois nas organizações de sucesso este colaborador é considerado um Empreendedor, ou melhor, um Intraempreendedor.

Estimulado, passará a querer cada vez mais novidades. Passa então a comparar os modelos existentes no mercado. Abre mão de sua folga para se engajar em projetos paralelos da própria empresa. Agora temos um colaborador insaciável!
Alguém que foi estimulado e descobriu suas competências.

Se não temos como mantê-lo motivado, temos um problema. Os primeiros sintomas são: desânimo, insubordinação, ansiedade, ausência, falta de assiduidade e desagregação das equipes de trabalho.

Vale lembrar que com a velocidade da Internet, as pessoas estão cada vez mais carentes de um direcionamento. Temos então um nicho a ser trabalhado. A ação de motivação continua com base na manutenção e fidelização de clientes internos.
Em outras palavras: Será que estamos preparados?




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