sexta-feira, 14 de julho de 2006

Você possui alta ou baixa empregabilidade?

Na medida em que a tecnologia e os meios de comunicação avançam, aumenta a complexidade das relações humanas. Hoje se busca no mercado pessoas habilidosas, competentes e capazes de desenvolver atividades tanto sozinhas como em grupo.

Garantir a sobrevivência em uma organização é uma questão de estratégia.

Quem for bom e se adaptar fica; quem não atender as expectativas da organização, automaticamente participa de um processo de seleção natural, pois tanto o profissional quanto a empresa busca uma saída para o problema, ou seja, o retorno do profissional ao mercado de trabalho inativo. As pessoas ainda não se deram conta de que o paternalismo acabou. Quem cuida de sua carreira é você!

Com meus quatorze anos na área de recursos humanos, posso afirmar que nunca se investiu tanto em desenvolvimento de pessoas, cultura organizacional, educação gerencial e aperfeiçoamento dos colaboradores como as empresas investem nos dias de hoje.
Como retorno, obviamente se obtém a melhoria no desempenho dos colaboradores, o que significa profissionais capazes de manter sua empregabilidade.

Lembrando que empregabilidade é a capacidade de ter trabalho e remuneração sempre. Logo, ter empregabilidade traz segurança, e segurança é um dos principais itens almejados para quem pretende evoluir profissionalmente.
Lembra que citei a palavra estratégia? Pois bem, manter a empregabilidade significa ser responsável por sua carreira. A realidade de hoje nos obriga a mudar de postura. Mas quais posturas devem ser revistas? Muito bem, veja o quadro abaixo e avalie-se:

Profissional com Alta Empregabilidade

Possui bons relacionamentos;
Investe em suas competências profissionais;
Mantém sua idoneidade;
Cuida de sua saúde física e mental;
Faz reserva financeira e busca fontes alternativas;
Estuda para se adequar vocacionalmente;
Respeita os colegas de trabalho;
Possui elevada auto-estima.

Profissional com Baixa Empregabilidade

Está fechado num pequeno grupo;
Espera que a empresa invista nele;
Comporta-se de forma insubordinada;
Somatiza ininterruptamente problemas pessoais e profissionais;
Contrai dívidas constantemente;
Quer que todos lhe ensinem algo;
Cria inimigos corporativos;
Demonstra insatisfação com tudo.

Um comentário:

  1. Cara Débora Martins,
    Quero felicitá-la pelo seu blogue e reconhecer a qualidade do presente post que solicito autorização para transcrever no meu blogue com o respectivo link para o seu.

    A temática do emprego assume cada vez mais importância num momento em que a economia apresenta novos desafios. Esta semana iniciámos na rúbrica "Inovação & Inclusão" a discussão sobre o futuro do emprego.

    Apareça!

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