Durante muito tempo, pedia às pessoas com quem convivia para lerem o que eu escrevia.
Na realidade eu quase me humilhava: “Você tem lido meus boletins? Vou cadastrar seu e-mail...” “Amigos, eu criei um blog novo, vocês gostaram?” Hum, mesmo assim não adiantava, um ou outro gato pingado lia. Postar comentários, nunca!
Enfim, desencanei de vez!
Como vingança, coisa que aprendi com Nicolau Maquiavel (1469-1527) - escritor, diplomata, e pensador político - decidi começar a escrever sobre elas, aquelas pessoas.
Vai vendo como o negócio deu certo: consegui a ardência delas, e agora elas ficam espertíssimas, não perdem uma edição.
O medo pode ser uma coisa positiva. Pelo menos pra mim foi... Ahahah
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terça-feira, 8 de maio de 2007
Se eu contar você não vai acreditar!
Bem, já que você não vai acreditar mesmo, pra que perdermos tempo?
Calma, calma, não precisa se torcer de tanta curiosidade.
Nos últimos tempos, uns dois meses, para ser mais exata, minha vida tem-se transformado. Sou praticamente uma metamorfose ambulante... Ahahah
O melhor de tudo é que todas as mudanças são positivas. Desculpe-me se neste momento estou sobrepondo minhas crenças, ou até mesmo fazendo-as se chocarem com as suas, mas este editorial é para dizer-lhe que realmente Deus existe e que nos ama muitoooo...
Por mais difícil que seja a situação, nunca estamos sozinhos.
Boa semana!
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Calma, calma, não precisa se torcer de tanta curiosidade.
Nos últimos tempos, uns dois meses, para ser mais exata, minha vida tem-se transformado. Sou praticamente uma metamorfose ambulante... Ahahah
O melhor de tudo é que todas as mudanças são positivas. Desculpe-me se neste momento estou sobrepondo minhas crenças, ou até mesmo fazendo-as se chocarem com as suas, mas este editorial é para dizer-lhe que realmente Deus existe e que nos ama muitoooo...
Por mais difícil que seja a situação, nunca estamos sozinhos.
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terça-feira, 3 de abril de 2007
Opa! Nada de melancolia
“Eu vivia cheio de esperançaE de alegria eu cantava, eu sorria
Mas hoje em dia eu...”
Já estava se emocionando? Bem, quem se lembrou de Manacéia e da velha guarda da Portela estava certo. Tempos atrás, Marisa Monte se lembrou deles e lhes fez uma belíssima homenagem.
Opa! Nada de melancolia. Comigo é só alegria, inclusive tem até um médico me estudando... É, tentando desvendar a minha fórmula... Ahahah!
Lembrarmos das pessoas que amamos e admiramos, ligar de vez em quando, responder aos seus e-mails ou simplesmente citá-las em nossas preces também pode ser uma ótima forma de homenagem.
Hoje estamos aqui, mas e amanhã? Pense nisso!
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quarta-feira, 21 de março de 2007
Mil Perdoes!
Gente, que loucura...Muito trabalho. Graças a Deus!
Enfim, só fiz esta postagem para pedir desculpas por ter “abandonado” o blog por estes tempos. Aproveito também para agradecer as mais de 300 visitas que vocês me fazem diariamente e principalmente pelas indicações que contribuem para divulgação do meu trabalho.
Então, não pensem que estou de conversinha e veja a foto abaixo.
Beijo no coração,
Débora Martins
Enfim, só fiz esta postagem para pedir desculpas por ter “abandonado” o blog por estes tempos. Aproveito também para agradecer as mais de 300 visitas que vocês me fazem diariamente e principalmente pelas indicações que contribuem para divulgação do meu trabalho.
Então, não pensem que estou de conversinha e veja a foto abaixo.
Beijo no coração,
Débora Martins
quarta-feira, 7 de março de 2007
Convivendo com um idiota
O que mais me surpreende em um sujeitinho idiota é a sua capacidade de argumentação. O indivíduo faz caras e bocas e se sente “o machinho”. Geralmente distorce a verdade, de modo que quem está de fora da situação jura que ele é a vítima. Pelo que ele afirma nunca se esqueceu de nada, e você não seja besta de questionar, pois se ele já te passou a informação uma vez e você não assimilou é porque é burro mesmo.Hum... Já sei, você se lembrou de alguém que conhece?
Normal. Existem muitos sujeitinhos assim por aí. O pior é que ocupam cargos de gestão dentro das empresas e usam o poder que têm para impedir o crescimento de todos.
De um modo geral, apesar do desgaste de energia ainda acredito que valha a pena reagir e tentar argumentar.
Quem convive com um idiota passa a maior parte do tempo fazendo retrabalho ou tentando corrigir algum prejuízo que ele gerou. Sem contar que precisa ter jogo de cintura para atender ligações e escutar as queixas dos clientes, pois ele não atende ninguém, manda você dizer que não está.
É, mas não pára por aí, quando o cara é assim ele já vem com o kit completo da fábrica, e em tudo que faz ele sempre deixa um rabinho.
Pessoas assim são como vampiros espirituais que roubam de nós a nossa energia.
Traduzindo, chamo de energia: alegria, amor pelo trabalho, criatividade, dinamismo e comprometimento. Afinal, de que vale tudo isso se você sempre está errado, mesmo estando certo?
Talvez se encarar o idiota poderá perder seu emprego, sei bem com é, mas não importa, você consegue outro.
O que não pode acontecer é você ficar com um tremendo bolo no estômago tentando digeri-lo todos os dias.
Como diria Goethe: “Nada mais assustador que a ignorância em ação.”
Se minha opinião não serve de nada, então porque a pediram?
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Faltou amor?
Sou da seguinte opinião: Se tem que se fazer algo, que seja bem feito.
Você já percebeu que todos os dias nos deparamos com algum tipo de serviço mal feito? É impressionante como algumas pessoas fazem coisas simplesmente por fazer.
Não existe trabalho menor ou menos digno. Limpar, varrer, digitar, atender ou gerenciar. Não importa. Seja qual for minha função eu devo fazê-la com amor.
Já percebi que muita gente acaba se esquecendo de que ao realizar um trabalho imprimem nele a sua marca; sendo assim, verdadeiramente não compreendem a sua real importância. Mas triste é saber que estas mesmas pessoas esperam por novas oportunidades que nunca irão chegar. Difícil, não é?
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Você já percebeu que todos os dias nos deparamos com algum tipo de serviço mal feito? É impressionante como algumas pessoas fazem coisas simplesmente por fazer.
Não existe trabalho menor ou menos digno. Limpar, varrer, digitar, atender ou gerenciar. Não importa. Seja qual for minha função eu devo fazê-la com amor.
Já percebi que muita gente acaba se esquecendo de que ao realizar um trabalho imprimem nele a sua marca; sendo assim, verdadeiramente não compreendem a sua real importância. Mas triste é saber que estas mesmas pessoas esperam por novas oportunidades que nunca irão chegar. Difícil, não é?
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sábado, 3 de fevereiro de 2007
Lá era tão bom... Então porque não está lá?
Lamentar. Parece que é só isso que algumas pessoas sabem fazer.Em outros tempos eu até ofereceria ombro e ouvidos para tanta choradeira, só que hoje já não é bem assim.
Dias atrás, conversando com uma amiga, percebi que havia mudado muito depois dos trinta. Sabe, acho que deixei de ser romântica (tradução: tola e ingênua) e passei a perceber que muitas das queixas não têm o menor fundamento.
Foi pensando nisso que me lembrei de um tipo de lamentação muito comum, que se ouve pelos corredores das empresas por aí. Basta juntar uma rodinha no café e logo alguém começa a falar de CLT, direitos pra cá, benefícios pra lá, até que alguém engata um discurso do tipo comparativo, ressaltando aos colegas as diferenças entre as empresas onde trabalhou. Para não ficar por baixo, todo mundo tem uma história interessante pra contar. Será que na sua empresa também é assim?
Vejamos o João, disse que quando era gerente de vendas em uma multinacional podia fazer de tudo e mais um pouco, e que, além disso, ganhava muito bem. Sempre que fala assim ajeita o cinto e estufa o peito. “Eu era praticamente um Deus. Lá era tão bom!” – Dizia João.
Já a Margarida era da área de inteligência (falava com ênfase), mas a função que ocupava e o que exatamente esta área produzia nunca ficavam claros em seus discursos. “Trabalhar na Inteligência. Gente quer coisa melhor?! Lá era tão bom!” – Dizia ela. Além disso, tinha até 14º salário, coisa que ela repetia pelo menos duas vezes por dia.
Com o Reginaldo não tem pra ninguém. E ele é simplesmente “O Cara”. Tudo o que você comprar ou fizer tenha a certeza de que ele já fez e comprou e em dobro.
Só para você ter uma idéia: Se você viajou para o Chile e achou o máximo, bem, ele já foi pra América Latina inteira e achou razoável. Nas empresas em que trabalhou sempre foi muito necessário, segundo ele o pessoal o procurava fora de hora e ele resolvia tudo. Claro que podia trabalhar com muita liberdade. Um detalhe, ele também era muito amigo do dono.
Sempre dizia: “Aquilo que era empresa. Lá era tão bom!”
O Paulo é do tipo festeiro, mas anda amuadinho, pois sente muita falta dos eventos que eram realizados em seu último emprego. “O pessoal de lá é que sabe o que é diversão. Lá era tão bom!” – Frase constantemente dita por Paulo.
Agora melhor emprego tinha a Jacque. Ela faltava, tirava licença e quando queria podia até trabalhar em casa.
Já imaginou? Certa vez, quando resolveu fazer uma lipoaspiração mentiu ao chefe dizendo que estava muito doente, não sabia explicar que doença tinha exatamente (falava chorando) e ficou quase dois meses afastada. Sorrindo, ela dizia “meu chefe era um banana que nem percebeu que minha barriga sumiu. Lá era tão bom!”
O resumo da fábula em questão nos faz refletir sobre como existem pessoas mal agradecidas e, sobretudo, presas ao passado.
Muitas vezes o individuo até se encontra numa posição melhor, mas faz questão de alimentar um saudosismo improdutivo e sem o menor sentido. Pessoas prósperas são aquelas que sabem agradecer e se despedir do passado com alegria. Aprendi, há muitos anos, que antes de lamentarmos sobre alguma situação que estivermos vivendo devemos nos observar por alguns instantes para assim compreender quão sortudos somos.
Ah! Outra coisa, quando ouvir algo do tipo “Lá era tão bom!” Pergunte, mas pergunte mesmo: então porque você não mais está lá?
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