Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Arrogância: antes e depois

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Antes de conseguir aquele emprego dos sonhos, a pessoa teve que ralar muito. Talvez não se recorde, mas houve dias muito difíceis. Faltavam roupas e sapatos adequados, brigava pelo jornalzinho de empregos, não tinha dinheiro pra tirar cópias do currículo e, quem diria, em alguns dias teve até que almoçar no Bom Prato (comida a R$1,00 em São Paulo).
Realmente foi muito difícil. Mas hoje ela se tornou... tcham, tcham, tcham, tchammm!!!... A arrogância em forma de gente.
Pois é, agora que o perrengue já passou, faz uso do poder para prejudicar colegas e subordinados.
Há muito tempo que eu não havia estado com um exemplar desses. Mas é engraçado observá-los, porque não possuem nada que tenha “ão”. Veja só:

– Não sabem conversar, pois não possuem argumentação.
– Não executam o trabalho com perfeição.
– Não possuem respeito pelo próximo ou demonstram consideração.
– Obviamente, não têm cortesia, instrução que se resume em educação.

Se olhar bem de perto, vai ver que também são pequenos, até em estatura. Repare.
Não há conselho, toque ou macumba que possa mudar o comportamento de uma pessoa soberba. Macumba talvez... Hahaha!
Mas, voltando e falando muito sério: trata-se de algo interno. Quando o indivíduo consegue se auto-observar, meditar acerca de suas atitudes e finalmente fazer um mergulho interior, só então existe mudança e crescimento. Afinal, não há como negar o notável poder sedutor da pessoa que age com integridade, profissionalismo e simpatia.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Festa de confraternização - “Pra dançar créu tem que ter habilidade”

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Mc Creu está certíssimo, afinal é preciso ter disposição e muita habilidade mesmo, principalmente para encarar seus colegas de trabalho no dia seguinte. Sabe por quê? Se o povo já falava antes, agora então filma, e com ótima resolução.

É... Meia hora depois da festa o pessoal da filial terá acesso exclusivo ao vídeo. Mas sejamos otimistas, enfim, o máximo que pode acontecer é alguém postá-lo no Youtube (sem maldade) e depois disponibilizá-lo na comunidade da empresa no Orkut. Só isso.

Pois é, quem dança Créu na festa de confraternização da empresa corre o risco de ficar famoso. Afinal, tem que ter habilidade, não é?
Agora imagine um dos principais clientes ver a gerente comercial chacoalhando-se “empinadinha” com o logo da empresa de pano de fundo. Não havia pensado nisso? Ops!

Ok! Vamos acabar com o sarcasmo e falar bastante sério.
Se você ou os demais colegas de sua empresa não se preocupam com a reputação que tanto lutaram para conquistar é melhor repensar seus valores organizacionais.

Reputação. Mesmo o indivíduo que não tem a menor idéia do que esta palavra significa mais adiante sentirá seu peso.
Não é uma questão de ligar ou não para o que os outros pensam, mas sim se preservar e assumir comportamentos sociais adequados.

De brincar, dançar e se divertir todo mundo gosta, mas com moderação é muito melhor. Festa profissional é diferente de festa particular. Brinquei com a história do Créu, mas que este alerta se estenda para outros comportamentos, como beber demais, falar palavrões, usar roupas muito sensuais, contar piadas sujas, tirar satisfação com “aquele colega” e outras coisinhas mais...

Divirta-se, mas sempre preservando sua reputação.
Se não... Créu-Créu-Créu-Créu

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Você já ouviu algumas destas reclamações?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

"Não sai aumento de salário"; "Ninguém repõe os copos plásticos"; "Precisa haver um melhor remanejamento de folgas"; "Olha só o comportamento daquele colega ali"; "Faltam benefícios"; "Nesse lugar não há justiça!"

Bem, se você notou alguma semelhança com as reclamações que escuta em sua empresa não é mera coincidência.
As pessoas são assim mesmo. No momento da entrevista de emprego alguns lavam até o chão, se for preciso; falam de empreendedorismo e empregabilidade. No entanto, na primeira dificuldade inicia-se o processo "reclamativo".
Enfim, todos estamos sujeitos a trabalhar num lugar que não corresponde a nossas expectativas. Porém, reclamar não adianta, é preciso inteligência.
Uma pessoa que só reclama deixa de ser um profissional e passa a ser um chato de carteirinha. Um profissional que ficará engavetado na empresa até surgir uma oportunidade para ser descartado.
Fique de olho e corra deles, não aceite convites para almoçar nem se sente muito próximo. Isso pega! Hum... Agora, se você é um dos reclamões, é melhor repensar seu comportamento.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Fala bem, vai?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

A gente tava ali no meio do corredor quando o Mateus se aproximou e disse bem alto, para quem quisesse ouvir – VOCÊS SABEM DA MARIA?
Automaticamente, as pessoas se inclinaram em direção a ele para ouvir o que tinha a dizer. Curiosas, de olhos saltados, esperavam pelo pior.
A MARIA DEU UM SHOW DE PROFISSIONALISMO. ELA SURPREENDEU NOSSO CLIENTE. FECHAMOS MAIS UM CONTRATO, GRAÇAS À MARIA! Disse Mateus, aos berros.
Não me surpreende que o Mateus, com tão pouca idade, tenha chegado aonde chegou. Aliás, ele é o tipo de cara que logo estará na capa da Forbes.
Mateus nunca perdeu uma oportunidade de falar algo positivo de uma pessoa próxima. Afinal, não é fácil falar bem das pessoas, elas sempre nos decepcionam, não é?
Criamos expectativas absurdas e, quando as mesmas não se realizam, já é motivo para blasfemar contra o próximo. Tudo sempre aponta para o lado negativo, para o estímulo à fofoca e ao murmurinho.
Elogiar sinceramente, incentivar e falar bem dos nossos superiores e colegas de trabalho são atitudes que sempre resultarão em certos avanços e facilidades, principalmente no que diz respeito a criar um bom ambiente. Pense nisso!

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Só liga a cobrar e nunca comeu sorvete de pistache

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Aff! Que pobreza extreme...
Gente que só liga a cobrar pro celular dos outros não merece respeito. Você acredita que tem gente que é tão viciada nisso que liga a cobrar até para um selecionador quando está procurando emprego?
Credo! Além de transferir suas contas e responsabilidades para os outros acha que isto é normal. Meu leitor, por favor, isto não é normal!
Isto é uma deselegância um ato de total falta de educação. Ligamos a cobrar para nossos parentes e, em alguns casos, para amigos mais chegados. Isto acontece em épocas de vacas magras, não todos os dias.
Fico muito preocupada com estes e muitos outros comportamentos que observo, não só nos jovem que oriento nos programas sociais de que participo, mas também nas empresas onde ministro cursos.
As pessoas já perderam o respeito pelo próximo e agora querem onerá-lo? O mais importante é não ser conivente com este comportamento e não agir de forma assistencialista. Cada um deve saber gerir seus próprios recursos, não é?
Agora, quanto ao sorvete de pistache, bem, como peguei pesado vamos adoçar o bico. Amo pistache, experimente!



Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

terça-feira, 19 de agosto de 2008

A bolacha mais gostosa do pacote

Impressões Profissionais

por Débora Martins

Eles estão aí, ali e aqui. Ninguém está livre de cruzar com um durante sua vida profissional. Sempre tem algum, sabe, aquele sujeitinho ou sujeitinha que é o centro das atenções?
Quando não está fazendo “marketing pessoal” pelos corredores da empresa está se prostituindo (literalmente) para crescer profissionalmente.
E este é um portador de perfil mutável, que com o passar do tempo sempre encontra novas formas de se manter nas organizações. Alguns aprendem em casa, já outros adquirem a canalhice com o tempo.
Enfim, pessoas que fazem tudo, menos trabalhar, prejudicam o desempenho das equipes de trabalho, causam mal-estar, sobretudo uma sensação de injustiça e falta de reconhecimento.
Mas, como vivemos numa era de valores invertidos, bem, muita gente acaba entendendo que isso é normal. Mas não é!
A grande questão é como não deixar que estas “estrelinhas” interfiram no sucesso de nosso trabalho. Poderia dar várias dicas, mas isto implica em gasto de energia desnecessário.
Então, aqui vai uma dica máster: Ignore-os!
Se não se importar com ele, um dia, quando você menos esperar: Puff!
O cara sumiu...



------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Criança pequena, média, grande e eterna

Desde criança sempre fui muito acelerada, na época não existia esse negócio de criança hiperativa... Que nada! Isso é coisa moderna.

Na realidade, o nome que a maioria dos vizinhos dava a este tipo de criança era praguinha mesmo. Uma das coisas que adorava fazer era ir ao supermercado para alguém, isso sempre me rendia alguns trocados. E por falar em dindim, eu sempre dava um jeitinho de garantir as balas e o doce de abóbora em formato de coração, meu preferido. Entre as façanhas que aprontava e os benefícios que proporcionava à comunidade, é claro, sempre apanhava no final. Aliás, se não fosse assim não tinha graça... Aiaiai
Escrevendo sobre minha infância, refleti sobre como a nossa história de vida tem influência direta na forma com que nos relacionarmos com o mundo.
As experiências que vivenciei na infância me proporcionaram muito aprendizado. Se hoje respeito o próximo, lido com dinheiro de forma consciente e tenho uma postura profissional ética, isso se deve ao fato de ter recebido uma educação para ser um adulto independente, desce cedo. Cada um tem a sua história e seus valores.
Algumas pessoas crescem, já outras são eternas crianças no sentido "praguinha" da palavra.

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
------------------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

sábado, 7 de julho de 2007

Por favor, parem de falar!

Desculpem-me, não quis ser mal educada, apenas não consigo assimilar tanta informação agora. Você já se sentiu assim?
Pois é, há momentos na vida em que tudo o que precisamos é de um pouquinho de silêncio.

Não que eu não queira ouvir boas idéias (não estou louca), apenas é necessário certo tempo para dar andamento às que já pairam na minha mente.
Idéias, muitas e muitas idéias me chegam e, em sua maioria, espetaculares; no entanto, o excesso de informações pode causar a perda de conteúdo valioso.
Portanto, se você estiver sendo bombardeado por boas idéias não as desperdice, peça para que as apresentem num outro dia.
Agora, se é você que está tendo boas idéias e não consegue levá-las adiante não desanime, a melhor dica é anotar.
Pare de falar, agora. Mas, por favor, não pare nunca de pensar.

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
--------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

terça-feira, 5 de junho de 2007

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”

“As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.”
- S. Ceccato - Cientista italiano

por Débora Martins

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”
Hum... Ferrou-se. Como vou ensinar sem tocar? Socorro! Sou cinestésica!
Tempos atrás, quando uma aluna me fez este pedido fiquei apavorada, afinal prego a empatia e o contato do indivíduo com o meio, de forma holística. Perguntei-me então: Como é possível alguém querer aprender algo impondo suas próprias condições?
Natural. Este é um típico comportamento com que nos deparamos o tempo todo. Seja nos relacionamentos profissionais ou pessoais as pessoas sempre estipulam limites para seu próprio aprendizado. No entanto, vale lembrar que aprendemos de várias maneiras, seja por tentativa e erro, por exemplo, ou por determinação.
Coletar informações é diferente de aprender. Para sermos competitivos precisamos adquirir conhecimento, nos instruir e ser sábios, de forma ilimitada.
Querer aprender tem a ver com humildade. Pense nisso!


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
--------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

quarta-feira, 7 de março de 2007

Faltou amor?

Sou da seguinte opinião: Se tem que se fazer algo, que seja bem feito.
Você já percebeu que todos os dias nos deparamos com algum tipo de serviço mal feito? É impressionante como algumas pessoas fazem coisas simplesmente por fazer.
Não existe trabalho menor ou menos digno. Limpar, varrer, digitar, atender ou gerenciar. Não importa. Seja qual for minha função eu devo fazê-la com amor.
Já percebi que muita gente acaba se esquecendo de que ao realizar um trabalho imprimem nele a sua marca; sendo assim, verdadeiramente não compreendem a sua real importância. Mas triste é saber que estas mesmas pessoas esperam por novas oportunidades que nunca irão chegar. Difícil, não é?


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Quantos anos você tem?

Enquanto as outras crianças corriam dos velhos, achando-os chatos e mal cheirosos, eu sempre fazia o oposto. Na verdade sempre gostei da velhice.
Não sei se foi pela criação ou se é algo da minha personalidade, mas desde que me conheço por gente sempre apreciei ficar horas conversando com pessoas mais velhas.

Nunca vi chatice nem senti cheiro ruim, mas aprendi sobre política, economia, sobre a sociedade, e principalmente sobre o futuro.
É claro que a maioria das coisas que ouvia deles era senso comum, mas percebia que os discursos tinham um único objetivo, o de me alertar sobre como viver neste mundo.

Nos dias de inverno, quanto batia aquele solzinho gostoso logo pela manhã, lá estavam os velhinhos do bairro debaixo do abacateiro. Minha mãe temia que um abacate causasse um óbito em frente ao seu portão, e insistia para que entrassem para um café.

Durante muitos anos (debaixo do abacateiro e sem óbitos) ouvi várias histórias. Falavam sobre Getúlio Vargas, comentavam a viagem do homem à lua, reclamavam de seus filhos e do período de ditadura que o país enfrentara. Apesar da idade avançada seus corpos eram esbeltos, pois na juventude as coisas não eram fáceis, o trabalho era duro, o transporte era escasso e tinham-se que percorrer longas distâncias a pé.

Nossa! Que saudades. Mudei de bairro, e ao longo dos anos sempre recebia a notícia da morte de um deles. Depois do enterro (a que eu nunca fui) ia visitar os vivos, como forma de consolo. Até que um dia todos se foram.

Podemos aprender muito com quem está disposto a ensinar. Se tivermos interesse em aprender algo, nada mais adequado do que beber na fonte da experiência de pessoas que viveram mais do que a gente.

Uma coisa que aprendi é nunca jogar ninguém fora.

Hoje percebo que não existe velho chato nem mal cheiroso, o que há são pessoas mal-humoradas que, mesmo jovens, aperfeiçoam a técnica e o cheiro desta sua condição. Bem, isso é conseqüência.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Eu fui bem! Mas, por que não me contrataram?

por Débora Martins

Já ouvi muitas pessoas dizerem a mesma coisa ao término de uma entrevista ou dinâmica de grupo.
Geralmente o candidato se pergunta porque não foi contratado, pois na sua concepção teve boa participação.
Neste mercado tão competitivo as pessoas ficam desesperadas em busca de uma colocação, e quando se trata de uma vaga atraente isso mexe com os nervos.

É importante compreender que nem sempre o perfil do candidato é adequado para a vaga.
Seu perfil: você é dinâmico, ótimo.
A vaga: alguém para carimbar papéis.
Motivo da não contratação: você morreria de tédio.
Entendeu?

Eu poderia escrever abaixo o que fazer e o que não fazer numa entrevista de emprego, porém textos assim há de sobra na Internet, prefiro comentar sobre coisas que já vivenciei, e daí você tira suas próprias conclusões.

Vejamos alguns perfis interessantes:

Preciso de respostas – Existem pessoas que ligam para o selecionador perguntando o que aconteceu, em alguns casos chegam a ser agressivas ofendendo o profissional; ou, ainda, prensam o psicólogo na porta da sala e o fazem dizer, na marra, o porquê de o perfil dele não se encaixar na vaga. É algo extremamente constrangedor, que fecha as portas para uma nova oportunidade.

Consultoria - Tem gente que quer consultoria gratuita. Alguns candidatos não se contentam com as informações fornecidas pelo selecionador e o pressionam para obter um feedback pessoal.
Por um lado isso é positivo, querer melhorar é muito bom; porém, peça ajuda a um profissional, conselhos a um amigo, ou leia bons livros. Evite, sempre que possível, demonstrar ansiedade às pessoas, principalmente quando se trata de conseguir um emprego.

Queridinho – Tem candidato que puxa o saco até da Tia do café durante a dinâmica de grupo, se esquece de ser natural e passa a ser o assistente-facilitador, até distribui canetas para os demais candidatos.
Muitas pessoas não sabem como se comportar numa dinâmica de grupo. Minha dica é: seja você mesmo!
Independentemente da atividade sugerida em sala, o que conta é a sua natural participação.

Mãeee – Quando se contratam menores de dezoito anos é aceitável a companhia de pais ou responsáveis, uma vez que até possam ser necessários para assinar documentos. Para quem é maior de idade aparecer acompanhado da mãe em uma entrevista é extremamente depreciador, ou seja, queima seu filme. Em muitos casos a mãe passa a fazer as perguntas para o selecionador e também responde pelo filho.

Coitadinho – Todos temos problemas, isso é fato, cada um em determinada proporção. Expor seus problemas ao selecionador durante uma entrevista de emprego não facilita as coisas. Esteja no seu melhor, os problemas serão superados em seu devido tempo, portanto procure agir de forma tranqüila, focado no objetivo que é estar empregado.

Como você pode perceber, o comportamento é um fator determinante na hora de se conquistar um emprego.
Observe-se, pesquise e vença. Boa sorte!


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

Como é o final de ano dos derrotados

por Débora Martins

A funcionária acabou de receber uma cesta de Natal da empresa.
Você pensa: que bom, afinal ser lembrado é algo fantástico, inclusive diversas pesquisas sobre satisfação dos funcionários sempre apontam reconhecimento como o primeiro item da lista dos desejos.
Porém, ao invés de agradecer aos patrões ela diz:

- Como eu vou levar isto?

Claro, esqueci de destacar o tamanho da caixa, muito desproporcional, com alças laterais minúsculas. Coitada da moça! Não se havia atentado para o fato de como uma menina tão raquítica e mal humorada pudesse carregar aquele peso todo.
Gente, é só panetone, vinho, azeitona e outras guloseimas, mas o negócio pesa.

Bom, se elevei meu sarcasmo ao nível máximo é porque já passei vários natais comendo somente ovo, e sei muito bem o valor das coisas e das pessoas.

Os derrotados agem assim, enquanto todos estão felizes eles sempre encontram uma maneira de enfatizar suas insatisfações.

Enfim, final de ano é a mesma história. Metade da equipe está no pique, já a outra metade completamente desanimada.
Olha, não adianta, não tem mágica que mude isso.
Tem gente que fica meio tristonha, outros estão completamente desmotivados, alguns querem aumento de salário e outros querem que todo mundo se exploda mesmo.

Independentes dos ânimos na equipe, as comemorações sempre acontecem e são lembradas com alegria pela grande maioria.
Confraternizar é importante, pena que isto só ocorra uma ou duas vezes durante o ano.

Todos os anos muito há que comemorar. Talvez a promoção ou o aumento de salário não tenha saído, mas com certeza sempre aprendemos muito, além de termos a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.

Portanto, procure confraternizar com seus colegas e agradeça a Deus e aos seus superiores por mais um ano de trabalho.
Pessoas pessimistas e mal agradecidas existem aos montes por aí. Se pudermos fazer a diferença, assumindo uma atitude positiva, com certeza faremos que o universo conspire a nosso favor. Pense nisso!

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
--------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Trecho da Entrevista Rede Vida TV - Como desenvolver e manter um bom ambiente de trabalho?

Entrevista Rede Vida
Veiculada em 20/11/2006 - 17:00h
Canais: 03 TECSAT/ 26 NET/ 27 SKY/ 73 TVA / 221 DIRECTV / 34 UHF


Rede Vida - Como fazer para desenvolver e manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Quando pensamos em ambiente de trabalho logo associamos a imagem de um escritório, ou seja um ambiente carregado de estresse. Antes de tudo, devemos ter a consciência da importância de conviver em harmonia. Algumas pessoas já se acostumaram a viver em ambientes pesados, carregados de energias negativas, onde um incomoda o outro o tempo todo mas ninguém tem coragem de ser franco e de decidir por aparar as arestas. Ë necessário ter coragem e decidir por mudar as coisas. Ë chegar um dia no ambiente de trabalho e dizer: pessoal a gente vai ter que se entender!

Rede Vida - Os incentivos que a empresa oferece aos funcionários contribuem para o bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Sim. Com certeza, uma empresa que demonstra tal preocupação com seus colaboradores tem maiores chances de criar e manter um bom ambiente. O colaborador se sente acolhido e desenvolve maior disposição para o trabalho.

Rede Vida - A competitividade entre colegas de trabalho, para ver quem vende ou produz mais, pode prejudicar o bom ambiente de uma empresa?
Débora Martins - Sim. Principalmente quando o líder da equipe não possui maturidade suficiente para administrar, dentro da mesma equipe, ganhadores e perdedores. O líder deve ser imparcial e jamais menosprezar a capacidade dos que produzem menos.
Muito pelo contrário, deve incentivar e tentar descobrir quais são os fatores que influenciam de forma positiva ou negativa a produtividade da equipe.

Rede Vida - Quais as iniciativas mais recentes que as empresas vêm tomando para manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Todos os dias, por sugestão dos próprios colaboradores, as empresas dispostas a criar esse bom ambiente inovam e surpreendem.
Algumas empresas criam salas de descompressão, gibiteca, salão de beleza, horta, sala de massagem e até sala do grito (com paredes anti-ruído).
Os colaboradores recebem bem estas idéias e se sentem satisfeitos.

Rede Vida - O que cada pessoa pode fazer individualmente para manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Trabalhar o seu humor. Cada indivíduo deve ter consciência de que seu estado de humor influencia as outras pessoas do grupo. São gestos de gentileza e um vocabulário mais doce que tornam tudo mais leve e prazeroso.
Já visitei empresas onde as pessoas usavam a expressão “roubou” o tempo todo:
“quem roubou minha caneta?” Cinco minutos depois a pessoa que disse esta frase encontrou a caneta caída no chão.
Acusou os colegas de trabalho de roubo e depois não se desculpou. Agora imagine como é a convivência destas pessoas no dia a dia.


Rede Vida - Qual a importância de mesclar pessoas de origens e temperamentos diferentes para que se tenha um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - É muito importante, pois as pessoas que são agressivas tornam-se mais ponderadas. Os mais quietos, ou melhor, os introspectivos, começam a se soltar pois têm que se defender dos agressivos.
À primeira vista parece que todos irão se matar, mas acontece o contrário; todos ganham, pois aprendem a se relacionar e a respeitar os limites alheios.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
------------------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Aprimore suas habilidades de bom ouvinte

Impressões Profissionais
por Débora Martins


Aprendemos a falar, ler e escrever quando ainda somos crianças, e aprimoramos essas técnicas no decorrer de nossas vidas. Hoje, dentro do ambiente organizacional, percebemos quão importante é treinar e desenvolver de maneira formal tais habilidades.

Acredito que tudo começa quando decidimos aprender a escutar.
Segundo estudo publicado na Supervisory Management, EUA, as pessoas passam 80% de suas vidas se comunicando. Desse total, 16% são gastos lendo, 9% escrevendo, 30% falando e 45% ouvindo.
A pesquisa ainda comenta o seguinte fato: as duas primeiras atividades são aprendidas na escola e a terceira é ensinada nos primeiros anos de vida. A escutar ninguém ensina, embora no dia a dia das organizações seja uma atividade tão, ou mais, importante que as outras.

Pode parecer simples, no entanto aprender a escutar é um processo complexo que exige certos princípios básicos, além de muita prática.
Um bom exemplo disso é uma história que o escritor americano Jeff Davidson colocou em seu livro.

Davidson conta que a primeira vez que percebeu sua deficiência comunicativa foi em uma reunião de negócios.
Segundo ele, um dos participantes tinha o hábito de gravar as conversas mais importantes; todas as vezes que se encontravam, lá estavam sobre a mesa o gravador e as fitas.

Certa vez, quando levou a fita para casa e resolveu escutá-la, ficou surpreso com a quantidade de idéias preciosas surgidas na reunião das quais já se havia esquecido. Lembra ainda que não fosse pela gravação metade das informações estaria perdida, pois mesmo suas anotações não cobriam tudo que estava registrado naquela fita. Então o escritor passou a se preocupar mais em escutar.
Descobriu que o melhor momento de registrar por escrito era depois, quando escutava fita.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Boca grande gera desemprego

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Vivemos em tempos de relacionamento, portanto, vale prestar atenção a alguns pontos importantes para evitar erros ou acarretar prejuízos à sua carreira.

Aquelas horas de descontração no escritório, o almoço ou a saída com os colegas de trabalho, ao término do expediente, estes são ótimos momentos para colocar a conversa em dia.

Porém, tornou-se muito comum ouvir em locais públicos pessoas comentando sobre fatos negativos relacionados a seus clientes ou à empresa onde trabalham. Na maioria das vezes estes comentários incluem “nome e sobrenome”. O que a princípio pode parecer apenas uma colocação sem importância pode ter um peso relevante na captação de novos clientes.

Quando um funcionário adota este tipo de comportamento, sem que perceba, está declarando publicamente sua insatisfação com o respectivo emprego, além de difamar a imagem do cliente, conseqüentemente colocando em risco parcerias e negociações de sua empresa.

Este comportamento acontece com profissionais de várias áreas, que não estão preparados ética e emocionalmente para atuar em atividades relacionadas ao trato com clientes. É possível que o processo de terceirização, assim como qualquer mudança interna, faça o funcionário se sentir sem identidade. Mesmo assim, não existe justificativa para tal postura.

Portanto, é preciso resgatar a cultura de colaborador, o funcionário precisa voltar a vestir a camisa de sua empresa, sendo ético e agindo de acordo com as normas e procedimentos de sua organização.

Este, com certeza, não é um trabalho fácil. Porém, tornar o funcionário parte de alguns processos internos e envolvê-lo em atividades pode ser uma boa opção de integração.

Conhecer o organograma da empresa, as metas, os resultados alcançados, saber sobre o lançamento de novos produtos e serviços, participar de murais e ter acesso a Intranet, são itens primordiais para que o funcionário se sinta parte integrante do processo de conquista e retenção de clientes.


Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!