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quinta-feira, 11 de março de 2010

Felicidade curtinha


Impressões pessoais e profissionais
por Débora Martins

Hoje, convido você a refletir sobre o tema “felicidade”. É. Reflita sobre a coragem de assumir o risco de mergulhar de cabeça em algo empolgante e desconhecido. Assusta? Claro que sim. Afinal, parece que logo algo de ruim irá acontecer. Ah, felicidade danada de curtinha...sniff
Pois é, dependendo de nossas reações, as experiências podem ser gratificantes ou não. Porque muitas vezes temos a tendência a transformar tudo o que nos acontece em uma coisa complexa, motivo para fazer planos, elaborar estratégias e encontrar culpados.
Veja o bebê, por exemplo, ele é ousado por natureza, não tem medo de errar, porque já é feliz - cai e se levanta instantaneamente, sem medo de cair novamente. Sim, e se levantam sorrindo. Machucou-se e, o que faz – Pede um beijinho. Tudo bem que crescemos e os perrengues são outros. Entretanto, temos a opção de desapegar dos problemas e lançar sobre a vida um olhar mais harmonioso. Impossível em tempos de crise? Esforça-te! A gente sempre consegue.
Acredito que nunca seremos completamente felizes, mas teremos vários momentos de felicidade durante nossas vidas.
Esta consciência nos proporciona a oportunidade de mudar o comportamento em relação às surpresas da vida.
Como disse François, Duque de La Rochefoucauld, escritor francês: Nunca se é tão feliz nem tão infeliz como se imagina.


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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Quando mudamos...

por Débora Martins

Quando o sol escapa entre as nuvens, sim, é predizer favorável.
Quando chove, nem se fala, quer coisa melhor? As plantas germinam.
Quando o chocolate derrete entre os dedos, então, nós os lambemos.
Quando estamos tristes... Há sempre a esperança de um dia melhor.
E quando não queremos mudar? Ou quando permanecemos agarrados a nossas convicções? Tudo se torna tão difícil! Ouvir, opinar ou simplesmente sorrir.
As mudanças em si não são algo bom ou ruim. Simplesmente são!
De nada adiantará fingir que não há mudanças. Todo relacionamento precisa crescer para poder permanecer vivo e sadio. Precisa haver mudanças. Portanto, resista à tentação de brigar, resmungar e se opor às mudanças que ocorrem, principalmente em sua trajetória profissional.
Seja otimista. Pense nisso!

Abraços e ótima semana!

Quer ouvir? http://www.atenderbem.com.br/podcast/mudancas.mp3


Na companhia de pessoas amigas jamais suas festas serão chatas ou cinzentas. O céu se abre quando estamos dispostos a dar e receber amor.

domingo, 23 de novembro de 2008

Foto da semana - Um pra você, outro pra mim

Um pra você, outro pra mim. O meu de pistache, por favor.
Qual será o seu?


“Queres viver alegremente? Caminha com dois sacos, um para dares, outro para receberes”.
- Goethe

domingo, 16 de novembro de 2008

Foto da semana - Sabor de infância



Não há como esquecer este sabor.
Quem já foi criança sabe do que estou falando, não é?
Pois é, há 50 anos no mercado a paçoquinha Amor é uma das marcas mais antigas e tradicionais, sucesso, inclusive entre os adultos.
Sem dúvidas, um doce que faz a gente reviver momentos muito felizes...Hum!

Um forte abraço e uma semana de vitórias!


"Uma pessoa pode ter uma infância triste e mesmo assim chegar a ser muito feliz na maturidade. Da mesma forma, pode nascer num berço de ouro e sentir-se enjaulada pelo resto da vida".
-
Charles Chaplin

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Outubro, mês de ouro!

Vem por aí mais um mês novinho em folha. Parece até um papel em branco. Sendo assim, podemos fazer nele o que quisermos. Oba! Posso fazer um lindo desenho. Que tal escrever uma poesia? Sim, ainda posso rabiscar um calendário de tarefas ou fazer a planta do meu imóvel. Posso respingar sorvete ou embrulhar o peixe. Nossa, quanta coisa...
Pois é, devemos acreditar que existem meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos muito melhores do que os que já vivemos. É tempo de respirar primavera e abrir-se ao novo que vem pela frente.
Acreditar. É isso que faz a diferença.
Um ótimo outubro pra você!


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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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sábado, 7 de julho de 2007

Tirando da gaveta

Vocês não imaginam o tanto de coisas legais que encontrei neste final de semana. Algumas destas coisas eu já tinha perdido a esperança de reaver, e outras eu até tinha esquecido que possuía.

Ficou curioso? Sem problemas, eu conto. Tinha de tudo um pouco: livros, fotos, lembrancinhas, óculos de sol, bijuterias, cartões e outras bugigangas. Encontrei desde o livro de Paulo Coelho "As Valquírias" (que achei que tivesse emprestado) até um par de bolas tailandesas, lindíssimas.
O mais interessante foi saber que estava tudo ali, bem perto de mim, mas do que, no entanto, durante muito tempo, não havia me dado conta. Só aí percebi que tinha feito uma verdadeira descoberta arqueológica de minhas memórias. A sensação foi tão boa que decidi fazer o mesmo com as pessoas. Como resultado, vivenciei boas horas de alegria e troca de carinho com meus amigos. Pessoas que às vezes estão tão próximas da gente que nem nos damos conta de como são importantes. Pense nisso!

terça-feira, 3 de abril de 2007

Opa! Nada de melancolia

“Eu vivia cheio de esperança
E de alegria eu cantava, eu sorria
Mas hoje em dia eu...”


Já estava se emocionando? Bem, quem se lembrou de Manacéia e da velha guarda da Portela estava certo. Tempos atrás, Marisa Monte se lembrou deles e lhes fez uma belíssima homenagem.
Opa! Nada de melancolia. Comigo é só alegria, inclusive tem até um médico me estudando... É, tentando desvendar a minha fórmula... Ahahah!
Lembrarmos das pessoas que amamos e admiramos, ligar de vez em quando, responder aos seus e-mails ou simplesmente citá-las em nossas preces também pode ser uma ótima forma de homenagem.
Hoje estamos aqui, mas e amanhã? Pense nisso!

quarta-feira, 7 de março de 2007

Faltou amor?

Sou da seguinte opinião: Se tem que se fazer algo, que seja bem feito.
Você já percebeu que todos os dias nos deparamos com algum tipo de serviço mal feito? É impressionante como algumas pessoas fazem coisas simplesmente por fazer.
Não existe trabalho menor ou menos digno. Limpar, varrer, digitar, atender ou gerenciar. Não importa. Seja qual for minha função eu devo fazê-la com amor.
Já percebi que muita gente acaba se esquecendo de que ao realizar um trabalho imprimem nele a sua marca; sendo assim, verdadeiramente não compreendem a sua real importância. Mas triste é saber que estas mesmas pessoas esperam por novas oportunidades que nunca irão chegar. Difícil, não é?


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segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Quantos anos você tem?

Enquanto as outras crianças corriam dos velhos, achando-os chatos e mal cheirosos, eu sempre fazia o oposto. Na verdade sempre gostei da velhice.
Não sei se foi pela criação ou se é algo da minha personalidade, mas desde que me conheço por gente sempre apreciei ficar horas conversando com pessoas mais velhas.

Nunca vi chatice nem senti cheiro ruim, mas aprendi sobre política, economia, sobre a sociedade, e principalmente sobre o futuro.
É claro que a maioria das coisas que ouvia deles era senso comum, mas percebia que os discursos tinham um único objetivo, o de me alertar sobre como viver neste mundo.

Nos dias de inverno, quanto batia aquele solzinho gostoso logo pela manhã, lá estavam os velhinhos do bairro debaixo do abacateiro. Minha mãe temia que um abacate causasse um óbito em frente ao seu portão, e insistia para que entrassem para um café.

Durante muitos anos (debaixo do abacateiro e sem óbitos) ouvi várias histórias. Falavam sobre Getúlio Vargas, comentavam a viagem do homem à lua, reclamavam de seus filhos e do período de ditadura que o país enfrentara. Apesar da idade avançada seus corpos eram esbeltos, pois na juventude as coisas não eram fáceis, o trabalho era duro, o transporte era escasso e tinham-se que percorrer longas distâncias a pé.

Nossa! Que saudades. Mudei de bairro, e ao longo dos anos sempre recebia a notícia da morte de um deles. Depois do enterro (a que eu nunca fui) ia visitar os vivos, como forma de consolo. Até que um dia todos se foram.

Podemos aprender muito com quem está disposto a ensinar. Se tivermos interesse em aprender algo, nada mais adequado do que beber na fonte da experiência de pessoas que viveram mais do que a gente.

Uma coisa que aprendi é nunca jogar ninguém fora.

Hoje percebo que não existe velho chato nem mal cheiroso, o que há são pessoas mal-humoradas que, mesmo jovens, aperfeiçoam a técnica e o cheiro desta sua condição. Bem, isso é conseqüência.


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segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Como é o final de ano dos derrotados

por Débora Martins

A funcionária acabou de receber uma cesta de Natal da empresa.
Você pensa: que bom, afinal ser lembrado é algo fantástico, inclusive diversas pesquisas sobre satisfação dos funcionários sempre apontam reconhecimento como o primeiro item da lista dos desejos.
Porém, ao invés de agradecer aos patrões ela diz:

- Como eu vou levar isto?

Claro, esqueci de destacar o tamanho da caixa, muito desproporcional, com alças laterais minúsculas. Coitada da moça! Não se havia atentado para o fato de como uma menina tão raquítica e mal humorada pudesse carregar aquele peso todo.
Gente, é só panetone, vinho, azeitona e outras guloseimas, mas o negócio pesa.

Bom, se elevei meu sarcasmo ao nível máximo é porque já passei vários natais comendo somente ovo, e sei muito bem o valor das coisas e das pessoas.

Os derrotados agem assim, enquanto todos estão felizes eles sempre encontram uma maneira de enfatizar suas insatisfações.

Enfim, final de ano é a mesma história. Metade da equipe está no pique, já a outra metade completamente desanimada.
Olha, não adianta, não tem mágica que mude isso.
Tem gente que fica meio tristonha, outros estão completamente desmotivados, alguns querem aumento de salário e outros querem que todo mundo se exploda mesmo.

Independentes dos ânimos na equipe, as comemorações sempre acontecem e são lembradas com alegria pela grande maioria.
Confraternizar é importante, pena que isto só ocorra uma ou duas vezes durante o ano.

Todos os anos muito há que comemorar. Talvez a promoção ou o aumento de salário não tenha saído, mas com certeza sempre aprendemos muito, além de termos a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.

Portanto, procure confraternizar com seus colegas e agradeça a Deus e aos seus superiores por mais um ano de trabalho.
Pessoas pessimistas e mal agradecidas existem aos montes por aí. Se pudermos fazer a diferença, assumindo uma atitude positiva, com certeza faremos que o universo conspire a nosso favor. Pense nisso!

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sexta-feira, 30 de junho de 2006

EDITORIAL 125 - Como é Bom Sorrir!

Como sorrir é bom, não é?

Uma vizinha, aqui no meu prédio, vive implicando comigo. Todas às vezes que a encontro no elevador, ela diz: “Nossa, quanta alegria!”. Eu nem ligo. Talvez ela precise andar mais comigo...rs

Às vezes, quando a gente encontra um velho amigo, ouve uma boa piada ou quando assistimos uma comédia, rimos muito. As risadas são tantas, que podem fazer nosso rosto doer.

Você pode não se dar conta de que uma postura reservada é a causa de muitos problemas de comunicação. Você pode se permitir sorrir quando achar conveniente. Sorrir é bom e não custa nada; além de aproximar as pessoas, nos torna mais interessante.

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