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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Festa de confraternização - “Pra dançar créu tem que ter habilidade”

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Mc Creu está certíssimo, afinal é preciso ter disposição e muita habilidade mesmo, principalmente para encarar seus colegas de trabalho no dia seguinte. Sabe por quê? Se o povo já falava antes, agora então filma, e com ótima resolução.

É... Meia hora depois da festa o pessoal da filial terá acesso exclusivo ao vídeo. Mas sejamos otimistas, enfim, o máximo que pode acontecer é alguém postá-lo no Youtube (sem maldade) e depois disponibilizá-lo na comunidade da empresa no Orkut. Só isso.

Pois é, quem dança Créu na festa de confraternização da empresa corre o risco de ficar famoso. Afinal, tem que ter habilidade, não é?
Agora imagine um dos principais clientes ver a gerente comercial chacoalhando-se “empinadinha” com o logo da empresa de pano de fundo. Não havia pensado nisso? Ops!

Ok! Vamos acabar com o sarcasmo e falar bastante sério.
Se você ou os demais colegas de sua empresa não se preocupam com a reputação que tanto lutaram para conquistar é melhor repensar seus valores organizacionais.

Reputação. Mesmo o indivíduo que não tem a menor idéia do que esta palavra significa mais adiante sentirá seu peso.
Não é uma questão de ligar ou não para o que os outros pensam, mas sim se preservar e assumir comportamentos sociais adequados.

De brincar, dançar e se divertir todo mundo gosta, mas com moderação é muito melhor. Festa profissional é diferente de festa particular. Brinquei com a história do Créu, mas que este alerta se estenda para outros comportamentos, como beber demais, falar palavrões, usar roupas muito sensuais, contar piadas sujas, tirar satisfação com “aquele colega” e outras coisinhas mais...

Divirta-se, mas sempre preservando sua reputação.
Se não... Créu-Créu-Créu-Créu

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Desmotivado?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Vira e mexe, falo sobre desmotivação, certo?
Durante a última semana, pesquisei o tema em profundidade e descobri que muito do que falamos sobre a condição de estar ou não motivados é nada mais que uma questão de escolha. Daí, me lembrei do professor Marcelo Marinho Aidar, autor do livro Qualidade Humana, editora Maltese. Em determinado momento em seu livro, o professor cita uma pesquisa realizada nos EUA e no Brasil. Nesta, os entrevistados admitem poder ser muito mais eficazes no trabalho do que estão sendo no momento e, ainda, complementam dizendo que fazem um esforço mínimo necessário para manter seus empregos. Portanto, o problema não é apenas a falta de motivação, mas também o próprio interesse em crescer e se desenvolver no âmbito profissional e pessoal. Se posso dar o melhor de mim, então por que me poupo?
Motivação é sempre o resultado de uma atitude muito mais interna do que externa e, conseqüentemente, uma questão de escolha. É como senha de banco: pessoal e intransferível. Pense nisso!

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Do que trata a palestra Gerenciamento de Relações?

Gerenciamento de Relações
Desenvolvendo altruísmo e empatia no ambiente organizacional


"Tudo evolui; não há realidades eternas: tal como não há verdades absolutas".
-Friedrich Nietzsche



Diariamente, diversas organizações perdem negócios milionários por conta de um simples fator: a incapacidade do ser humano de assumir uma postura feliz. As pessoas precisam voltara a acreditar em sua capacidade de se relacionar, a descobrir seus talentos e, sobretudo, se reeducar para conviver num ambiente cada vez mais frio e competitivo. È por este motivo que meu trabalho tem caráter motivador, com conteúdo de profundidade e embasamento técnico. Não se trata de uma abordagem holística do ponto de vista espiritual, e sim de um convite para pôr em prática tudo que foi possível aprender com Bechterev, Freud, Nietzsche, Jung, entre outros.

Qual o resultado final desejado? Que tipo de oportunidade cria?

Resgatar valores éticos e morais, abandonados pela sociedade moderna. Reeducar o colaborador, enquanto ser social, para trabalhar e conviver em harmonia, produzindo e estabelecendo vínculos confiáveis.

Desenvolve mudanças comportamentais. Em médio e longo prazos:
- Melhoria nas comunicações (cliente, feedback, processos)
- Maior entrosamento nas equipes de trabalho
- Aumento de produtividade
- Aumento de auto-estima

Quem exatamente pode se beneficiar com isso?
Todos os colaboradores da empresa e pessoas envolvidas, direta e indiretamente, com a organização.

Empresas, conheça mais acessando o site.