terça-feira, 5 de junho de 2007

Você tem metas?

“Não há nada que não se consiga com a força de vontade, a bondade e, principalmente, com o amor.”
- Marcus Tullius Cícero, Roma Antiga - Político/Orador/Filósofo

Você tem metas?

por Débora Martins

Gente! Algo que me deixa triste de verdade é conversar com alguém que não tenha metas. Sabe, um alvo, um objetivo, uma finalidade. Poxa! Todos temos que percorrer alguma distância em nossas vidas, seja ela do ponto A ao ponto B, isto é preciso. Pessoais, profissionais, afetivas, ambiciosas ou modestas, tais metas devem existir. Quando era mais jovem insistia em enfiar a idéia de metas na cabeça das pessoas. Nossa, era uma briga, pois fazia perguntas, identificava possibilidades e propunha a elas que agarrassem suas metas e as perseguissem. Talvez você esteja se perguntando se minha atitude surtia algum efeito. Bem, fiz um investimento que hoje me rende ótimos frutos, afinal tenho um enorme orgulho e admiração por todas as pessoas que aceitaram meus conselhos.
Há pessoas que ainda não sabem onde querem chegar, outras já estão no ponto A e, quem sabe, você até conheça alguém que já esteja no número PI das metas.
Portanto, insista e invista nas pessoas que estão à sua volta, pois sempre vale a pena. Espalhe suas sementes!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

terça-feira, 8 de maio de 2007

Escrevi e você não leu?

Durante muito tempo, pedia às pessoas com quem convivia para lerem o que eu escrevia.
Na realidade eu quase me humilhava: “Você tem lido meus boletins? Vou cadastrar seu e-mail...” “Amigos, eu criei um blog novo, vocês gostaram?” Hum, mesmo assim não adiantava, um ou outro gato pingado lia. Postar comentários, nunca!
Enfim, desencanei de vez!
Como vingança, coisa que aprendi com Nicolau Maquiavel (1469-1527) - escritor, diplomata, e pensador político - decidi começar a escrever sobre elas, aquelas pessoas.
Vai vendo como o negócio deu certo: consegui a ardência delas, e agora elas ficam espertíssimas, não perdem uma edição.
O medo pode ser uma coisa positiva. Pelo menos pra mim foi... Ahahah

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Se eu contar você não vai acreditar!

Bem, já que você não vai acreditar mesmo, pra que perdermos tempo?
Calma, calma, não precisa se torcer de tanta curiosidade.
Nos últimos tempos, uns dois meses, para ser mais exata, minha vida tem-se transformado. Sou praticamente uma metamorfose ambulante... Ahahah
O melhor de tudo é que todas as mudanças são positivas. Desculpe-me se neste momento estou sobrepondo minhas crenças, ou até mesmo fazendo-as se chocarem com as suas, mas este editorial é para dizer-lhe que realmente Deus existe e que nos ama muitoooo...
Por mais difícil que seja a situação, nunca estamos sozinhos.

Boa semana!

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terça-feira, 3 de abril de 2007

Opa! Nada de melancolia

“Eu vivia cheio de esperança
E de alegria eu cantava, eu sorria
Mas hoje em dia eu...”


Já estava se emocionando? Bem, quem se lembrou de Manacéia e da velha guarda da Portela estava certo. Tempos atrás, Marisa Monte se lembrou deles e lhes fez uma belíssima homenagem.
Opa! Nada de melancolia. Comigo é só alegria, inclusive tem até um médico me estudando... É, tentando desvendar a minha fórmula... Ahahah!
Lembrarmos das pessoas que amamos e admiramos, ligar de vez em quando, responder aos seus e-mails ou simplesmente citá-las em nossas preces também pode ser uma ótima forma de homenagem.
Hoje estamos aqui, mas e amanhã? Pense nisso!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Mil Perdoes!

Gente, que loucura...Muito trabalho. Graças a Deus!
Enfim, só fiz esta postagem para pedir desculpas por ter “abandonado” o blog por estes tempos. Aproveito também para agradecer as mais de 300 visitas que vocês me fazem diariamente e principalmente pelas indicações que contribuem para divulgação do meu trabalho.
Então, não pensem que estou de conversinha e veja a foto abaixo.

Beijo no coração,
Débora Martins

quarta-feira, 7 de março de 2007

Convivendo com um idiota

O que mais me surpreende em um sujeitinho idiota é a sua capacidade de argumentação. O indivíduo faz caras e bocas e se sente “o machinho”. Geralmente distorce a verdade, de modo que quem está de fora da situação jura que ele é a vítima. Pelo que ele afirma nunca se esqueceu de nada, e você não seja besta de questionar, pois se ele já te passou a informação uma vez e você não assimilou é porque é burro mesmo.
Hum... Já sei, você se lembrou de alguém que conhece?
Normal. Existem muitos sujeitinhos assim por aí. O pior é que ocupam cargos de gestão dentro das empresas e usam o poder que têm para impedir o crescimento de todos.
De um modo geral, apesar do desgaste de energia ainda acredito que valha a pena reagir e tentar argumentar.
Quem convive com um idiota passa a maior parte do tempo fazendo retrabalho ou tentando corrigir algum prejuízo que ele gerou. Sem contar que precisa ter jogo de cintura para atender ligações e escutar as queixas dos clientes, pois ele não atende ninguém, manda você dizer que não está.
É, mas não pára por aí, quando o cara é assim ele já vem com o kit completo da fábrica, e em tudo que faz ele sempre deixa um rabinho.
Pessoas assim são como vampiros espirituais que roubam de nós a nossa energia.
Traduzindo, chamo de energia: alegria, amor pelo trabalho, criatividade, dinamismo e comprometimento. Afinal, de que vale tudo isso se você sempre está errado, mesmo estando certo?
Talvez se encarar o idiota poderá perder seu emprego, sei bem com é, mas não importa, você consegue outro.
O que não pode acontecer é você ficar com um tremendo bolo no estômago tentando digeri-lo todos os dias.
Como diria Goethe: “Nada mais assustador que a ignorância em ação.”

Se minha opinião não serve de nada, então porque a pediram?


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Faltou amor?

Sou da seguinte opinião: Se tem que se fazer algo, que seja bem feito.
Você já percebeu que todos os dias nos deparamos com algum tipo de serviço mal feito? É impressionante como algumas pessoas fazem coisas simplesmente por fazer.
Não existe trabalho menor ou menos digno. Limpar, varrer, digitar, atender ou gerenciar. Não importa. Seja qual for minha função eu devo fazê-la com amor.
Já percebi que muita gente acaba se esquecendo de que ao realizar um trabalho imprimem nele a sua marca; sendo assim, verdadeiramente não compreendem a sua real importância. Mas triste é saber que estas mesmas pessoas esperam por novas oportunidades que nunca irão chegar. Difícil, não é?


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