sábado, 7 de julho de 2007

Por favor, parem de falar!

Desculpem-me, não quis ser mal educada, apenas não consigo assimilar tanta informação agora. Você já se sentiu assim?
Pois é, há momentos na vida em que tudo o que precisamos é de um pouquinho de silêncio.

Não que eu não queira ouvir boas idéias (não estou louca), apenas é necessário certo tempo para dar andamento às que já pairam na minha mente.
Idéias, muitas e muitas idéias me chegam e, em sua maioria, espetaculares; no entanto, o excesso de informações pode causar a perda de conteúdo valioso.
Portanto, se você estiver sendo bombardeado por boas idéias não as desperdice, peça para que as apresentem num outro dia.
Agora, se é você que está tendo boas idéias e não consegue levá-las adiante não desanime, a melhor dica é anotar.
Pare de falar, agora. Mas, por favor, não pare nunca de pensar.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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Doce sabor sabão


Tá atrasado...

Quer época mais apropriada para dar e receber doces do que o dia dos namorados?
Na Europa e na América do Norte essa festa é tradicionalmente comemorada no dia 14 de fevereiro, dia de São Valentim.
Diferente do nosso 12 de junho, o Valentine's Day celebra o amor de maneira geral. Neste dia as pessoas trocam cartões, chocolates, lembrancinhas e muitos beijinhos também.
Agora imagine trocar intoxicações.
Assustou?
Pois é, esse foi meu objetivo. Datas como esta merecem cuidado redobrado na hora de escolher o presente certo para a pessoa amada.
Com o comércio varejista em pânico, a saúde do seu amor não pode ser negligenciada.
As belas vitrines recheadas de bolos, tortas e tudo o que há de bom podem trazer um verdadeiro mal estar para o seu relacionamento.
Exija produtos de boa qualidade que atendam aos direitos básicos do consumidor.
O Art. 6.º parágrafo I garante a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.
Às vezes você não percebe, mas se ao chegar em casa o seu pacote apresentar um doce com aparência cabeluda, fortes odores, sabor não convencional, não, você não está ficando louco. Louco é o dono do estabelecimento que pensa ser esperto lhe vendendo algo nestas condições.

O que fazer:
Ao constatar qualquer alteração em determinado alimento comunique-a imediatamente ao gerente ou proprietário do estabelecimento.
Não troque, exija o seu dinheiro de volta e peça ao responsável que jogue a mercadoria estragada no lixo, imediatamente.
Caso sinta-se lesado ou destratado, não pense duas vezes, chame imediatamente a Vigilância Sanitária.

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terça-feira, 19 de junho de 2007

Todo mundo é um pouco Fênix

por Débora Martins

Uma das coisas que mais aprecio nos seres humanos é essa capacidade de se renovar.
Ainda bem que não entramos literalmente em autocombustão para depois renascer das próprias cinzas... Sorte nossa! Mas quase. Para algumas pessoas, por exemplo, um processo de mudança de simples proporções pode ocorrer de forma muito dramática e dolorosa. Já para outras qualquer tipo de mudança é bem-vinda, pois já aprenderam a administrar este poder de transformação.
Há muito tempo percebi que tudo está associado à intensidade que cada um imprime a seu momento de vida. Interessante, não é? Talvez você esteja se perguntando onde pretendo chegar; bem, para finalizar aqui vai uma reflexão:
Entenda, compreenda e aceite.
Uns pegam fogo, outros são mornos demais; no entanto, que somos nós para querer modificar a vida das outras pessoas, mesmo que seja para melhor?


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Amigos são Amigos!


Sem dúvidas! Se não fosse por meus amigos eu estaria completamente ferrada... Ops! Mas é a realidade.
É impressionante como nossos amigos são pacientes conosco. Na verdade, acredito que muitas vezes até sofrem por nós. No entanto, nosso ritmo de vida muitas vezes não nos permite retribuir-lhes com, no mínimo, reconhecimento, respeito, e até mesmo ética.
Sinto-me muito mal por não me corresponder com freqüência com meus amigos, inclusive sei que alguns até estão lendo este editoral agora, e pensando em assinalar uma das alternativas abaixo:
( ) Sua cachorra! Você nos abandonou?!
( ) Sabemos que as coisas não estão fáceis para você.
Estou com medo... Mas sei que irão me perdoar desta vez... Snif...
Enfim, independentemente da resposta, é sempre bom saber que todo tipo de relação necessita de certa “manutenção”. São os vínculos que criamos com as pessoas, de uma forma geral, que nos ajudam a ser o que somos. Pense nisso!



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Clube do Tucson

Você conhece o Clube do Tucson?

por Débora Martins

Bem, essa foi uma idéia que surgiu a partir da mobilização de uma única pessoa lá no escritório, ou seja, a mesma que vos escreve. Determinei que irei adquirir um Tucson em breve, e já espalhei a novidade para umas 20 mil pessoas.
Quem é apaixonado por carro sabe da jóia de que estou falando. Quem não conhece clique no link e apaixone-se... Que lindo!
Voltando ao Clube do Tucson, o objetivo principal é que cada um inicie uma cruzada em busca de seus objetivos, sejam eles quais forem (materiais, pessoais ou espirituais). Almejem, planejem e falem!
Na realidade, um Tucson pode ser, e deve ser, o que você quiser (frase roubada dos Tribalistas).
O importante é dizer ao mundo o que você deseja, e assim o universo vai conspirar a seu favor. Aproveite para reforçar suas metas e aplicar esta idéia em sua equipe. Boa sorte!

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terça-feira, 5 de junho de 2007

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”

“As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.”
- S. Ceccato - Cientista italiano

por Débora Martins

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”
Hum... Ferrou-se. Como vou ensinar sem tocar? Socorro! Sou cinestésica!
Tempos atrás, quando uma aluna me fez este pedido fiquei apavorada, afinal prego a empatia e o contato do indivíduo com o meio, de forma holística. Perguntei-me então: Como é possível alguém querer aprender algo impondo suas próprias condições?
Natural. Este é um típico comportamento com que nos deparamos o tempo todo. Seja nos relacionamentos profissionais ou pessoais as pessoas sempre estipulam limites para seu próprio aprendizado. No entanto, vale lembrar que aprendemos de várias maneiras, seja por tentativa e erro, por exemplo, ou por determinação.
Coletar informações é diferente de aprender. Para sermos competitivos precisamos adquirir conhecimento, nos instruir e ser sábios, de forma ilimitada.
Querer aprender tem a ver com humildade. Pense nisso!


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Você tem metas?

“Não há nada que não se consiga com a força de vontade, a bondade e, principalmente, com o amor.”
- Marcus Tullius Cícero, Roma Antiga - Político/Orador/Filósofo

Você tem metas?

por Débora Martins

Gente! Algo que me deixa triste de verdade é conversar com alguém que não tenha metas. Sabe, um alvo, um objetivo, uma finalidade. Poxa! Todos temos que percorrer alguma distância em nossas vidas, seja ela do ponto A ao ponto B, isto é preciso. Pessoais, profissionais, afetivas, ambiciosas ou modestas, tais metas devem existir. Quando era mais jovem insistia em enfiar a idéia de metas na cabeça das pessoas. Nossa, era uma briga, pois fazia perguntas, identificava possibilidades e propunha a elas que agarrassem suas metas e as perseguissem. Talvez você esteja se perguntando se minha atitude surtia algum efeito. Bem, fiz um investimento que hoje me rende ótimos frutos, afinal tenho um enorme orgulho e admiração por todas as pessoas que aceitaram meus conselhos.
Há pessoas que ainda não sabem onde querem chegar, outras já estão no ponto A e, quem sabe, você até conheça alguém que já esteja no número PI das metas.
Portanto, insista e invista nas pessoas que estão à sua volta, pois sempre vale a pena. Espalhe suas sementes!

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