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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vai treinar?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Hoje é dia de treinamento. Mais do que se preocupar com as “bolachinhas” do coffee, material impresso e o ar condicionado, é importante estar preparado.
Um bom instrutor se preocupa em ajudar cada participante a obter o máximo de benefícios do conteúdo a ser apresentado. Instrutor é aquele que ensina, esclarece, informa e se certifica de que o aluno realmente aprendeu. Mas para que tudo isso aconteça é preciso entrar em sala livre de pensamentos negativos, preconceituosos e do sentimento de superioridade. Mostre o seu melhor e trabalhe sua equipe com muito respeito e forte reforço positivo, assim seu treinamento será um sucesso.
Quer algumas dicas?
Para obter um melhor aproveitamento, você deve:

· encontrar maneiras para mostrar como cada participante pode aplicar
o que aprendeu;
· encorajar a participação de todos os membros do grupo;
· ouvir atentamente os diversos pontos de vista;
· tratar cada participante como um membro valioso do grupo;
· fundamentar suas idéias com argumentos consistentes e reais;
· transmitir todo seu carisma e empatia.

Bom trabalho!


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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O líder que educa

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Talvez você esteja se perguntando – Por que tantas responsabilidades?
Calma, calma, não precisa se desesperar.
O mais importante é estar ciente de que você não vai mudar o mundo, mas pode tornar seu dia-a-dia mais leve.

O desafio maior do momento em que vivemos envolve um melhor entendimento no que diz respeito à função do líder como educador.
Educador? Pois é, estamos falando de qualidade humana.
Prepare-se, pois a mais nova responsabilidade está ligada à maneira como conseguirá conduzir sua equipe e mantê-la em harmonia.

Portanto, que tal assumir alguns outros papéis?

O guia
- Assuma o papel de mentor. As pessoas carecem de exemplos de vida. Já pensou ser lembrado como um incentivador, responsável pelo sucesso de várias pessoas?

O enigmático – Não entregue tudo de bandeja. Não dê o peixe, não!
Faça seus subordinados pensarem. Em alguns projetos, por exemplo, um certo mistério ajuda a manter o interesse da equipe.

O comunicador
– Não existe nada mais mesquinho do que um indivíduo que retém informações importantes. Seja inteligente e dissemine seu conhecimento. Assim você se torna indispensável.

Esteja disposto a ensinar, assim sua gestão se torna ainda mais eficaz. Pense nisso!



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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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terça-feira, 8 de julho de 2008

Fazendo coisas grandiosas

Impressões Pessoais
por Débora Martins

A Linha 10 – Turquesa da CPTM ocupa o trecho entre as estações Luz e Rio Grande da Serra, ou seja, liga a região central de São Paulo ao ABC Paulista (região tradicionalmente industrial).
Foi construída pela extinta São Paulo Railway, posteriormente Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867.
Na década de 1940, meu avô materno foi um dos imigrantes que ajudou a eletrificá-la. Não me recordo de ouvi-lo falar sobre o trabalho que desenvolvia na ferrovia, no entanto demonstrava muito orgulho por tê-lo feito. Se foi um trabalhador braçal, um eletricista ou assistente do engenheiro chefe, nunca vou saber, pois já se foi.
Às vezes achamos que nosso trabalho não tem muito valor, mas de repente pode se tornar algo grandioso.
Para meu avô, a estrada de ferro era, com toda certeza, mais que um lugar para se trabalhar. Hoje, no retrato sépia e degradado, ainda dá pra se ver um enorme sorriso de satisfação.



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sábado, 17 de maio de 2008

Vendas - Três erros comuns ao telefone

Impressões Profissionais

Especial: MANUAL DO VENDEDOR

Dicas de Sergio Guimarães, Dominic de Souza, Débora Martins e Fabiano Brum - Saiu na Revista Venda Mais, edição de Maio/2008.

Três erros comuns ao telefone

por Débora Martins

De repente o telefone toca, e, com certeza, aquele negócio grande vai se concretizar. Não vale atender de qualquer jeito. Fique atento para não cometer alguns destes erros:

Foi seco, arrogante ou deu ares de galanteador?

Assumir uma postura diferente da apresentada em reunião confunde o cliente e pode minar seus negócios.
A dica é agir com naturalidade. Focar-se mentalmente na imagem física do cliente ajuda a seguir a mesma linha comportamental.

O vendedor que atende de supetão: "Quem tá falando?" "Que cê qué?", sendo que esteve com o cliente duas horas atrás.

O telefone, mesmo o celular, é uma extensão do escritório, portanto deve ser atendido com profissionalismo e amabilidade.

Sair falando sem mais nem menos.
Pera aí, para tudo existem regras.
Para compreender e ser compreendido é preciso obedecê-las.

Vamos relembrar: Cumprimentar; identificar-se; transmitir coesão e coerência na mensagem, ouvir e repetir para ter certeza do que foi acordado, e despedir-se com cortesia, é claro.


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sábado, 7 de julho de 2007

Quantas chances você tem?

Eu sou do tipo que dá até umas 101 chances, ou pelo menos dava, até agora.
Como vocês sabem, acredito no ser humano e em sua capacidade de se reinventar, conquistar e fazer coisas grandiosas. No entanto, ao digitar as primeiras palavras deste editorial tive um súbito ataque de egoísmo, e pensei: Tudo tem limite! Às vezes não me dão nem a primeira chance.

Por isso, sempre saliento em minhas palestras quão importante é estabelecer relacionamentos saudáveis. É claro que às vezes nos enganamos com as pessoas, mas isso não é motivo para assumirmos posições egoístas, introspectivas, até mesmo ríspidas. Como diz minha amiga Roselaine Leme: "Tem pessoas que vão e vêm, mesmo que seja por um tempo determinado, pra nos dar algum sinal..."
Olhando pelo lado positivo é só aprendizado. No dia-a-dia temos que nos relacionar com diferentes tipos de pessoas nas mais diversas situações; agora, se não vivenciarmos situações negativas, como saberemos avaliar nosso comportamento e lidar com isso?
Portanto, dê-se uma chance de errar para assim aprender. Pense nisso!

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terça-feira, 5 de junho de 2007

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”

“As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.”
- S. Ceccato - Cientista italiano

por Débora Martins

“Quero aprender desde que não segure minha mão!”
Hum... Ferrou-se. Como vou ensinar sem tocar? Socorro! Sou cinestésica!
Tempos atrás, quando uma aluna me fez este pedido fiquei apavorada, afinal prego a empatia e o contato do indivíduo com o meio, de forma holística. Perguntei-me então: Como é possível alguém querer aprender algo impondo suas próprias condições?
Natural. Este é um típico comportamento com que nos deparamos o tempo todo. Seja nos relacionamentos profissionais ou pessoais as pessoas sempre estipulam limites para seu próprio aprendizado. No entanto, vale lembrar que aprendemos de várias maneiras, seja por tentativa e erro, por exemplo, ou por determinação.
Coletar informações é diferente de aprender. Para sermos competitivos precisamos adquirir conhecimento, nos instruir e ser sábios, de forma ilimitada.
Querer aprender tem a ver com humildade. Pense nisso!


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quinta-feira, 22 de junho de 2006

Necessidades de Treinamento?

Todos os dias diversos treinamentos são planejados e realizados. Alguns com objetivos definidos e claros, outros com objetivos obscuros, e outros sem nenhum objetivo. Ao contratar um instrutor /consultor ou eleger um membro interno para ministrar um treinamento o elemento fundamental é o fornecimento de informações.
As principais formas de levantamento de necessidades de treinamento são:

Entrevistas:
Permitir entrevistas com pessoal de linha, supervisores e gerentes, dispor de entrevistas (questionários) de saída;

Questionário:
Coletar informações junto aos treinados a respeito das expectativas com relação ao treinamento;

Avaliação de desempenho:
Conhecer a avaliação de desempenho dos treinados;
Exames de conhecimentos;
Aplicar nos treinados uma pré-avaliação;

Conversas informais:
Realizar conversas informais com os treinados;

Opinião de gestores:
Solicitar aos supervisores e gerentes informações sobre os objetivos e expectativas com relação à aplicação do conteúdo e assimilação dos treinados;

Pesquisas de atitude:
Verificar junto aos gestores as atitudes e comportamentos dos membros do grupo;

Análise de cargo:
Obter a descrição dos cargos juntamente com o perfil dos ocupantes;

Relatórios de produtividade:
Obter acesso aos relatórios e periódicos da organização.

Além desses, existem outros elementos que podem nos ajudar a direcionar a aplicação do conteúdo do treinamento para sua total eficácia.
Outros indicadores como problemas relacionados às pessoas, ao clima da organização como falta de motivação, falta de envolvimento, desinteresse etc., também são importantes.

De posse de um levantamento mais detalhado o instrutor poderá interagir com os treinados com maior embasamento e liberdade. Informação é poder, assim os objetivos e missão da organização serão transmitida com realismo e ética, isto é, respeitando às pessoas envolvidas no processo e ao seu ambiente.

Enfim, podemos dizer que o trabalho de identificação das necessidades de um treinamento vão muito além de estabelecer uma programação, mas isso fica para um próximo artigo.

Treinamento e Desenvolvimento: A Quem Interessa?

Em geral, quando uma empresa oferece um programa de treinamento aos funcionários, o objetivo básico é promover a aprendizagem organizacional. Por outro lado, também é uma forma de firmar continuamente seus valores que, por vezes, podem estar esquecidos.

Treinar também é uma maneira de incentivar e motivar, já que as experiências individuais e coletivas dos funcionários são altamente válidas para a empresa. Quando um programa de treinamento tem um objetivo bem definido, os funcionários percebem que são partes integrantes do processo. Se o funcionário sabe para que está sendo treinado e o que se espera dele após o treinamento, conseguirá desenvolver a autoconfiança e a confiança no grupo. Geralmente, consegue visualizar sua importância e daí passará a pensar em conjunto e encontrar soluções para os problemas da empresa.

O ganho é a melhor parte. Os funcionários devem perceber que as informações transmitidas em sala têm valor, não somente para sua vida profissional, mas também para sua vida pessoal.
Quando o treinamento proporciona impulso e mobiliza energias dos indivíduos para a concretização de algo é sinal de que realmente funciona.

Para as empresas, interessa ter pessoas preparadas para atender suas demandas. Beneficiam-se de várias formas, principalmente por terem, em seus quadros, funcionários bem preparados para exercer suas funções, capazes de se comunicar claramente, de se relacionar, de realizar tarefas com maior agilidade, ser conhecedores de processos específicos e, sobretudo, estar em sintonia com os objetivos da empresa.

Para os funcionários, fica uma pergunta: Você realmente quer crescer?
O funcionário que recebe treinamento está sendo preparado para o mercado como um todo. O aprendizado obtido na empresa poderá acompanhá-lo por toda a vida profissional. Infelizmente, muitos ignoram a importância do aprendizado organizacional, algo do qual no futuro o próprio mercado de trabalho cobrará.