por Débora Martins
Antes de qualquer coisa, quero esclarecer que meus textos são ipsis litteris as situações que vivencio todos os dias dentro das empresas em que trabalho. Muitas situações são trazidas e emergem do contato com as mais de dezenove mil pessoas com que me correspondo semanalmente. Tenho os sites, os boletins, os blogs, e agora livro também. Recebo sugestões de pauta, críticas severas, elogios de tirar os pés do chão e muito carinho.
Mas hoje, especialmente, quero falar para os dodóis. Pois é, pessoas que acham que escrevo textos sob encomenda. Não! Até gostaria, mas os assuntos são genéricos (sempre baseados nas relações humanas), às vezes até foram escritos em outras épocas e estavam guardados. Sou sincera, ousada e, vez em quando, até um pouco exagerada, mas tenho certeza de que é isto que dá o tom de espontaneidade na nossa comunicação e a torna tão viva.
Pessoas com mania de perseguição, que tomam as dores do mundo para si, precisam compreender que este é um comportamento muito egoísta. Afinal, o que serve para mim, seja a mensagem positiva ou negativa, também pode servir para outros. Ah... Eu posso escrever um texto inteirinho sobre você, mas tem uma coisa... Tem que agregar valor a alguém. Tudo bem?
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br





