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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Quando mudamos...

por Débora Martins

Quando o sol escapa entre as nuvens, sim, é predizer favorável.
Quando chove, nem se fala, quer coisa melhor? As plantas germinam.
Quando o chocolate derrete entre os dedos, então, nós os lambemos.
Quando estamos tristes... Há sempre a esperança de um dia melhor.
E quando não queremos mudar? Ou quando permanecemos agarrados a nossas convicções? Tudo se torna tão difícil! Ouvir, opinar ou simplesmente sorrir.
As mudanças em si não são algo bom ou ruim. Simplesmente são!
De nada adiantará fingir que não há mudanças. Todo relacionamento precisa crescer para poder permanecer vivo e sadio. Precisa haver mudanças. Portanto, resista à tentação de brigar, resmungar e se opor às mudanças que ocorrem, principalmente em sua trajetória profissional.
Seja otimista. Pense nisso!

Abraços e ótima semana!

Quer ouvir? http://www.atenderbem.com.br/podcast/mudancas.mp3


Na companhia de pessoas amigas jamais suas festas serão chatas ou cinzentas. O céu se abre quando estamos dispostos a dar e receber amor.

domingo, 23 de novembro de 2008

Foto da semana - Um pra você, outro pra mim

Um pra você, outro pra mim. O meu de pistache, por favor.
Qual será o seu?


“Queres viver alegremente? Caminha com dois sacos, um para dares, outro para receberes”.
- Goethe

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Você é parassimpático?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Talvez você tenha conhecimento de que existam alguns indivíduos dotados de dons extraordinários. Pessoas capazes de se comunicar em outras dimensões, que possuem forte intuição e ainda conectam-se telepaticamente com outros, encarnados ou não.

Enfim, paranormalidade, portanto, é toda informação que não pode ser explicada pelo nosso conhecimento científico atual ou que escapa à racionalidade do cérebro humano.

Mas, voltando ao título, o que será um parassimpático mesmo?
O termo parassimpático – em contexto de simpatia, o que agrada e atrai, inclusive colocado de forma até exagerada – não existia. Isto foi invenção de um dos meus estimados clientes durante uma agradável e criativa confusão de palavras. No entanto, aproveitamos o fato para analisar se realmente existem pessoas assim.

Será que existem pessoas ultra, mega e máster simpáticas?
Sim! Depois de um café chegamos à seguinte conclusão, sim, existem. Os parassimpáticos verdadeiramente estão entre nós, mas, por favor, não confunda com o “sistema nervoso parassimpático”, aí já é outro assunto.

Imagine conversar com alguém que encanta, um ser capaz de transcender nossas expectativas do que é relacionamento humano.
Não, não estou falando de algo impossível e que fuja a nossa compreensão. Também pode descartar o tipo falsão e interesseiro.
Estamos falando de sentimentos reais, de comportamentos espontâneos.

Calor humano, afeto e empatia. Pois é, não tem nada de anormal nisso, é apenas doação. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem se entregar a esta agradável sensação de bem-estar. Ou estão com o pé atrás, ou querem apenas receber, sugar as energias boas dos outros.

Quem está disposto a oferecer apoio emocional e físico a quem esteja precisando – e, sobretudo, souber ouvir – receberá das pessoas exatamente aquilo que estará oferecendo, isto é, atenção e carinho.

Portanto, parassimpático atrai parassimpático. Basicamente, estando feliz estará atraindo pessoas felizes e positivas com as quais passará bons momentos. Isso não é resultado de um ponto de vista irreal que não reconhece os problemas e dores da humanidade, e sim o produto de um desejo verdadeiro de compreender e pertencer aos outros.


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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Outubro, mês de ouro!

Vem por aí mais um mês novinho em folha. Parece até um papel em branco. Sendo assim, podemos fazer nele o que quisermos. Oba! Posso fazer um lindo desenho. Que tal escrever uma poesia? Sim, ainda posso rabiscar um calendário de tarefas ou fazer a planta do meu imóvel. Posso respingar sorvete ou embrulhar o peixe. Nossa, quanta coisa...
Pois é, devemos acreditar que existem meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos muito melhores do que os que já vivemos. É tempo de respirar primavera e abrir-se ao novo que vem pela frente.
Acreditar. É isso que faz a diferença.
Um ótimo outubro pra você!


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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sorriso não vende caixão, será?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Quando Marlene e o esposo chegaram à funerária, o atendente era a expressão pura da felicidade, completamente o oposto dos visitantes, cabisbaixos e com olhares distantes. Lamentavelmente, Marlene precisava escolher um caixão para enterrar sua mãe.
Abre tampa, fecha tampa, bate na madeira e consulta preços. Situação miserável, essa.
Sorrisos, gentilezas e constantes cuidados foram a tônica da negociação de compra e venda de um maldito caixão. Negócio fechado e selado com um cheque e um longo abraço. Cada um segue seu caminho.
Daí, algumas pessoas se perguntam: Sorrisos num momento desses? Quem pode julgar? Afinal não estamos na pele de Marlene, não é?
Naquele instante o sorriso meigo do rapaz conseguiu transmitir credibilidade e conforto para aquela família. Por maior que fosse a dor, o rapazinho não tinha motivos para tratá-la de forma diferente, afinal estava fazendo seu melhor. Independentemente do ramo de atividade da empresa, um colaborador que consegue sentir as necessidades do cliente e tratá-lo com empatia, este sim coloca alma no que faz.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Nossas metas!

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Nossa! Faz tanto tempo... Lembro de minha mãe lendo em voz alta um artigo sobre como materializar os sonhos. Foi na revista Seleções, acho que em meados dos anos 70. Naquele momento eu parei o que estava fazendo (brincando, é claro) e ouvi com atenção. Muito antes de conhecer a Lei da Atração e descobrir O Segredo eu já os praticava.
Comecei fazendo desenhos de bens que queria obter e pendurava-os na cabeceira de minha cama. Depois de algum tempo passei a fazer recortes e pendurá-los no quadro de cortiça, e hoje também os coloco como papel de parede na área de trabalho de meu computador.
Quando uma meta não é realizada procuro avaliar se empreguei o esforço necessário; daí, reestruturo meu plano de ação quantas vezes for necessário, até realizá-la.
Acredito que muitas pessoas praticam, meio que intuitivamente, algumas destas leis para atrair não só prosperidade material, mas também alegria e bem-estar. Sim, podemos realizar, basta nos empenharmos!
Odeio conversar com gente pedinte que acha que as coisas devem cair do céu sem nenhum esforço. Este, definitivamente, não é o caminho.
Portando, faça sua lista de tarefas e assuma um compromisso. Realizar metas é uma delícia, além da satisfação da conquista temos a sensação de trabalho cumprido e energias renovadas. Experimente!

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

“Amigos Virtuais” – E agora?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Lembro-me das festinhas que fazíamos com pouquíssimos recursos, na garagem lá de casa. Lona no portão, sem erro, era sinal de festinha na vizinhança. O melhor é que todo mundo era muito bem-vindo.
Comparando-me ao meu irmão adolecente, com certeza posso afirmar que hoje é muito triste. As amizades são, na sua maioria, virtuais, ou seja, o amigo nem sabe onde você mora e vice-versa.
Caramba! Meus amigos chamavam a minha mãe de “mãe”, abriam a geladeira e chegavam sem avisar. Era uma delícia!

Como ajudar nossos amigos?
Bem, como você percebeu muitas coisas mudaram. Os amigos precisam deixar de ser, ou se tornarem menos, virtuais para que a qualidade dos relacionamentos melhore.
Vejamos um exemplo de como os relacionamentos distanciados pela modernidade são frios e sem consideração.

Vira e mexe, recebo um e-mail de alguém que conheci em determinada ocasião. Às vezes pedindo um conselho ou simplesmente com um currículo anexado. Aí eu pergunto: Quem é você?

Poxa! Por mais que a gente se esforce, é difícil lembrar de tanta gente. Aí eu pergunto novamente: Como posso ajudar se não sei nada sobre você?

Olha como a coisa é complexa:

Caso 1
Fulano quer um conselho para tomar uma decisão relacionada a mudança de emprego.
Daí a pessoa envia uma mensagem. Quer explicar a situação atual, o que almeja e, é claro, falar sobre suas insatisfações. Agora imagine quantas linhas teria esse e-mail? Outra coisa, o que responder e como avaliar se não conhecemos o outro lado da história?

Caso 2
Beltrano te envia um currículo citando que conhece você lá da empresa XPTO...
E agora? Eu o conheci no passado, como vou indicá-lo, afinal eu não acompanhei seu desenvolvimento profissional. Será que ele é um bom profissional? Será que me arrisco a indicá-lo?

Precisamos de uma mudança urgente. Ei, passa aqui em casa.


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sexta-feira, 30 de maio de 2008

A mágica dos bons relacionamentos está em mim

Impressões Profissionais
por Débora Martins

“Alegria vende!”
A primeira vez que tive contato com esta afirmação foi por meio de Eduardo Botelho, um grande homem de vendas, que infelizmente não está mais na terra. O mestre Botelho insistia em que um sorriso no rosto e uma atitude positiva podiam fazer verdadeiros milagres no momento da venda.
De fato ele sabia do que estava falando.
No entanto, quando comecei a pesquisar sobre relacionamento humano, me surpreendi com a influência que um simples sorriso pode ter nas pessoas. Um sorriso:

· aproxima;
· abre portas;
· espanta o mau humor;
· fortalece;
· inspira;
· alegra;
· quebra barreiras.

Qualquer pessoa que queira se relacionar deve possuir o que chamo de “cara boa”, ou seja, uma fisionomia agradável, propícia à aproximação.
Quando estamos perto de pessoas carrancudas logo imaginamos que são mal educadas, ignorantes e com indisposição para qualquer tipo de contato. No entanto, pode ser o contrário, ou seja, apenas uma expressão facial fechada.

Meu irmão Renato, por exemplo, tempos atrás chegou a me confidenciar que estava chateado porque não era paquerado como gostaria, ou pelo menos como os outros garotos de sua idade.
“Afinal, o que está acontecendo?” Ele mesmo se perguntava.
Como sou insuportavelmente sincera, respondi imediatamente;

COM ESSA CARA VOCÊ AFASTA AS PESSOAS!

Gente, um rapaz jovem e bonito sempre de cara fechada é algo muito triste. Ele precisava tomar uma atitude o mais rápido possível, porque este comportamento estava afetando sua vida social, e até mesmo a afetiva.
Parei para analisá-lo por alguns instantes, e percebi que ele fazia uso desta máscara de carrancudo para se proteger da sociedade.
Olha que coisa louca, ao entrar em um local que apresentava algum tipo de risco, como por exemplo um trem de subúrbio, ele inconscientemente se fechava. Este comportamento tinha como objetivo afastar pessoas desagradáveis que pretendiam importuná-lo durante sua viagem. É, mas o pior de tudo é que se esquecia de consertar o rosto em outros ambientes.
Ainda bem que não demorou muito para que ele se desse conta e mudasse de postura. Atualmente sente os benefícios de sorrir, e com certeza posso garantir que não se arrependeu.


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Com quem podemos contar?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

De repente, você se dá conta de que não pode contar com ninguém. Nossa, que coisa lastimável... Se pudesse descrever este sentimento seria algo como sentir uma pressão acústica, um silêncio interno momentâneo, ou ainda a sensação de ouvido tapado.
É por isso que se generaliza, como fiz no primeiro parágrafo: “não se pode contar com ninguém”.
Será? Geralmente as pessoas descobrem isso da pior maneira, quando se precisa de uma doação de sangue, por exemplo.
Contudo, mesmo vivenciando a mesma situação, é também possível descobrir que sempre se pode contar com muitas pessoas, embora, e inclusive, nunca se tenha acreditado ser possível.
Na realidade é tudo uma questão de ponto de vista, momentos e impressões.
O surpreendente é que, se prestarmos mais atenção, veremos que os grandes momentos da vida vêm por si mesmos.
O que verdadeiramente todos precisam é de um apertado e longo abraço. Prescrito em dose diária.

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domingo, 26 de agosto de 2007

Horóscopo da semana para todos os signos

Olá! Profissionais,

Estamos na sétima lunação do ano, quando Saturno e Netuno estão em oposição, proporcionando assim um período muito favorável para confrontar a imaginação com a realidade.
Horóscopo? Saturno? Talvez você esteja se perguntando... O que é isto? Calma! Você não está lendo o boletim errado, não.
Se você quer que Saturno se exploda, tudo bem. Se você nem olha para Lua, tudo bem também.
No entanto, uma coisa que não se pode ignorar é o fato de que estamos trocando energias com as outras pessoas o tempo todo. Independentemente de nossas crenças, é muito importante saber respeitar as outras verdades. Nesta próxima semana, seja qual for a lunação, a minha dica é olhar para si com mais auto-estima e autoconfiança. Somos únicos e preciosos.
Portanto, saber respeitar o próximo é respeitar a si mesmo. Pense nisso!

Um forte abraço,

Débora Martins

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Como é o final de ano dos derrotados

por Débora Martins

A funcionária acabou de receber uma cesta de Natal da empresa.
Você pensa: que bom, afinal ser lembrado é algo fantástico, inclusive diversas pesquisas sobre satisfação dos funcionários sempre apontam reconhecimento como o primeiro item da lista dos desejos.
Porém, ao invés de agradecer aos patrões ela diz:

- Como eu vou levar isto?

Claro, esqueci de destacar o tamanho da caixa, muito desproporcional, com alças laterais minúsculas. Coitada da moça! Não se havia atentado para o fato de como uma menina tão raquítica e mal humorada pudesse carregar aquele peso todo.
Gente, é só panetone, vinho, azeitona e outras guloseimas, mas o negócio pesa.

Bom, se elevei meu sarcasmo ao nível máximo é porque já passei vários natais comendo somente ovo, e sei muito bem o valor das coisas e das pessoas.

Os derrotados agem assim, enquanto todos estão felizes eles sempre encontram uma maneira de enfatizar suas insatisfações.

Enfim, final de ano é a mesma história. Metade da equipe está no pique, já a outra metade completamente desanimada.
Olha, não adianta, não tem mágica que mude isso.
Tem gente que fica meio tristonha, outros estão completamente desmotivados, alguns querem aumento de salário e outros querem que todo mundo se exploda mesmo.

Independentes dos ânimos na equipe, as comemorações sempre acontecem e são lembradas com alegria pela grande maioria.
Confraternizar é importante, pena que isto só ocorra uma ou duas vezes durante o ano.

Todos os anos muito há que comemorar. Talvez a promoção ou o aumento de salário não tenha saído, mas com certeza sempre aprendemos muito, além de termos a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.

Portanto, procure confraternizar com seus colegas e agradeça a Deus e aos seus superiores por mais um ano de trabalho.
Pessoas pessimistas e mal agradecidas existem aos montes por aí. Se pudermos fazer a diferença, assumindo uma atitude positiva, com certeza faremos que o universo conspire a nosso favor. Pense nisso!

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quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Nada dá certo pra mim!

por Débora Martins

Bem, se você se identificou como o título deste artigo é porque precisamos ter uma “conversinha”. Eu prometo não lhe dar uma bronca.
Talvez você esteja passando por um daqueles momentos em que tudo parece dar errado. Já aconteceu comigo.

Ficamos sem rumo certo, e a sensação que fica é que aquele momento nunca vai acabar.
Mas, sem que a gente perceba, de repente está tudo voltando aos eixos e a nossa vida continua seguindo seu rumo.

Quem bom que a vida é assim! No entanto não podemos ignorar o aprendizado obtido
durante o período em que nos sentimos mal.
Quer uma sugestão?
Quando as coisas não dão certo para mim eu faço um “exercício miscelâneco”, é isso mesmo, não estranhe, eu que inventei.
Trata-se de uma mistura de diferentes coisas que aprendi com pessoas extraordinárias que conheci.

Curioso, não é?
Com uma antiga professora aprendi que somente sofre quem é consciente, logo fico feliz em saber que minhas preocupações não são infundadas ou precipitadas. Isso, analisando sob outro ponto de vista, significa que se nos preocupamos à toa é pura ansiedade.

Tempos atrás um grande amigo me disse para “pensar na cor azul quando estivesse nervosa, isso acalma”. Sempre dá certo.

Com Jesus Cristo, lendo a Bíblia, aprendi como é importante se manter calmo durante as tribulações, isso garante o entendimento e a harmonia nas relações.

Você também é uma pessoa incrível e deve conhecer pessoas maravilhosas. Pense em pessoas e em momentos bons já que vivenciou.
Lembre-se que muitas coisas já deram certo, sim.

São crenças, experiências e atitudes que nos tornam capazes de combater o pessimismo e enxergar novas oportunidades.
Mas quais são estas atitudes? Bem, você pode começar eliminando do seu vocabulário palavras e frases derrotistas.
Nunca despreze um conselho, principalmente de pessoas mais velhas. Seja otimista e mantenha o bom humor.
E tenha uma certeza: Tudo vai dar certo!
Boa sorte!

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sexta-feira, 30 de junho de 2006

EDITORIAL 125 - Como é Bom Sorrir!

Como sorrir é bom, não é?

Uma vizinha, aqui no meu prédio, vive implicando comigo. Todas às vezes que a encontro no elevador, ela diz: “Nossa, quanta alegria!”. Eu nem ligo. Talvez ela precise andar mais comigo...rs

Às vezes, quando a gente encontra um velho amigo, ouve uma boa piada ou quando assistimos uma comédia, rimos muito. As risadas são tantas, que podem fazer nosso rosto doer.

Você pode não se dar conta de que uma postura reservada é a causa de muitos problemas de comunicação. Você pode se permitir sorrir quando achar conveniente. Sorrir é bom e não custa nada; além de aproximar as pessoas, nos torna mais interessante.

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sexta-feira, 23 de junho de 2006

Nunca Foi Tão Fácil Motivar

Você se lembra do sucesso que foi sua última campanha motivacional?

Todos ficaram felizes com os resultados e, até mesmo a menor contribuição recebeu o devido reconhecimento.
Agora que tudo passou, só nos resta avaliar os resultados obtidos e a partir daí, empregar mais energia e entusiasmo para a próxima campanha.

Motivação também tem momento certo. Portanto, agora que percebemos quais foram os fatores que tornaram a nossa campanha um sucesso, poderemos formular novas campanhas com mais segurança.

Mas como avaliar?
Às vezes a campanha parece ótima nos primeiros dias e, depois perde força. Perceber quais foram os fatores que determinaram o sucesso da campanha só depende de nossa observação sobre os acontecimentos ocorridos durante o período vigente.

Alguns indicadores:
% de participantes que demonstraram interesse pelo tema escolhido;
% de participantes que demonstraram alegria e satisfação em participar;
% de participantes que demonstraram interesse pelos prêmios oferecidos;
% de participantes que opinaram sobre as regras da campanha;
% dos membros que participaram ativamente (colaram cartazes, criaram slogans, etc).

Perceba que, tais indicadores nos fornecem informações de grande utilidade, para que tenhamos altos índices de aceitação em nossas próximas campanhas.
No entanto, vale ressaltar que o clima organizacional é o que irá determinar o caminho certo a seguir.

As campanhas funcionam melhor quando conseguirmos nos concentrar nos sentimentos e emoções das pessoas que compõe nossa equipe. Muitas vezes as campanhas que dão melhores resultados são as que não possuem premiação material, e sim reconhecimento.

Visto desta ótica, eu afirmo que: nunca foi tão fácil motivar!