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quarta-feira, 18 de março de 2009

Consideração


Impressões pessoais e profissionais
por Débora Martins

Não sei se é a mudança no eixo da Terra ou algo que estão colocando na água dos reservatórios. Mas a questão é que o povo entrou numas de não ter mais respeito pelos outros. Caramba! Se esse fosse um comportamento vindo de crianças ou adolescentes que ainda estão em formação, seria até que aceitável, porém vem de gente grande que simplesmente não se importa. Outro dia uma mulher falava ao telefone enquanto um rapaz tentava ajudá-la com as sacolas. Ao jantar na casa de um amigo, as pessoas não foram porque apareceu uma baladinha legal. Na reunião com o cliente mais importante da empresa, alguém achou que era só mais um cliente e que não precisava nem servir café.
Tá certo... Pouco importa a atenção do rapaz. O amigo cozinhou o dia inteiro, mas tudo bem. Quanto ao cliente, gente, quem precisa deles, não é?
Por favor, me ajudem! Fiquei sem referência, afinal meus pais me ensinaram o oposto. Pior ainda, continuo disseminando esse conhecimento aos meus alunos. E agora, será que ensino certo? Nostradamus, por favor, nos explique! Tenho que apelar...
Minha amiga Rosana Giglio mora na Itália há cerca de cinco anos e comenta que em sua maioria as pessoas são o que são e não assumem compromissos para agradarem umas às outras. Disse que no começo assusta, mas que, no entanto, é o melhor modo de mostrar consideração pelo próximo. Como se sente uma pessoa desrespeitada? É fácil, ela deixa de se importar também. Bom mesmo é saber que há pessoas que valem a pena; já outras não, contudo sempre demonstrando consideração.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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domingo, 23 de novembro de 2008

Foto da semana - Um pra você, outro pra mim

Um pra você, outro pra mim. O meu de pistache, por favor.
Qual será o seu?


“Queres viver alegremente? Caminha com dois sacos, um para dares, outro para receberes”.
- Goethe

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O poder do elogio

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Pode parecer bobagem, mas o elogio tem um poder beneficamente transformador.
Mesmo para quem tem relutância em aceitá-lo, seja por medo ou desconfiança (da fonte é claro), ele sempre causa algum tipo de impacto positivo.

Agora, há pessoas que estão tão desacostumadas de receber elogios que se pegam a gastar horas tentando decifrar o que foi aquilo. Muitas vezes se perguntam: “Qual é a piada?”, “Onde estão as câmeras?” ou ainda “O que eu fiz de errado?

Tô brincando não. São anos de experiência observando o comportamento de indivíduos que, infelizmente, reagem assim.
Portanto, não perca uma oportunidade de elogiar. Mas, quando elogiar? Agora (mas antes termine de ler, por favor... Ahahah)!

Elogie diariamente. Sempre que observar uma atitude que esteja em conformidade com o que você espera de sua equipe, não perca tempo. Elogie!
Procure não elogiar a pessoa, mas suas habilidades na execução de determinados trabalhos.
Veja, você poderá elogiar a caligrafia, a dicção, a organização do posto de trabalho, o cumprimento da meta, o esforço diário, etc.

Experimente! Todos de sua equipe saberão que você os observa carinhosamente, assim sempre estarão em busca de aperfeiçoamento. Afinal, elogio também vicia.
Experimente elogiar e ganhe sua equipe. Mas só vale se o elogio for sincero.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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sábado, 11 de outubro de 2008

Foto da semana – Ao som de Jethro Tull




















“Com sons de mergulhador de mares profundos,
E as flores desabrochavam
Como loucura na primavera”.

- Jethro Tull/Aqualung (tradução)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Relacionamento requer investimento

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Quem disse que seria fácil?
Obviamente, isto dará um trabalho danado. Afinal, requer tempo, desprendimento e um gasto enorme de energia por conta dos “vampiros espirituais”, lembra?
Geralmente as pessoas se retraem por causa de decepções vividas em outras épocas e em áreas diferentes de sua vida; logo, pensam em confiança e se perguntam: Será que devo confiar nesta ou naquela pessoa?
Calma, quem disse que as cosias têm que ter uma resposta imediata do tipo “sim, sim” ou “não, não”? Você pode desenvolver relacionamentos mais leves, confiáveis e, por que não, descomprometidos. É saudável se preocupar com a qualidade de nossos relacionamentos, sejam eles sociais, profissionais, afetivos ou familiares. Mas como fazer?
Valorize-se, ou melhor, imponha seus limites.
Quando seus pais lhe ensinaram, lá na infância, a criar e manter bons relacionamentos, também ressaltaram a importância de ver todos com bons olhos; ou seja, tenha UMA ATITUDE POSITIVA com relação ao outro, mas não deixe que abusem de você.
A mágica dos bons relacionamentos está associada ao investimento que estamos dispostos a fazer para cada um deles.















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segunda-feira, 9 de junho de 2008

“Amigos Virtuais” – E agora?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Lembro-me das festinhas que fazíamos com pouquíssimos recursos, na garagem lá de casa. Lona no portão, sem erro, era sinal de festinha na vizinhança. O melhor é que todo mundo era muito bem-vindo.
Comparando-me ao meu irmão adolecente, com certeza posso afirmar que hoje é muito triste. As amizades são, na sua maioria, virtuais, ou seja, o amigo nem sabe onde você mora e vice-versa.
Caramba! Meus amigos chamavam a minha mãe de “mãe”, abriam a geladeira e chegavam sem avisar. Era uma delícia!

Como ajudar nossos amigos?
Bem, como você percebeu muitas coisas mudaram. Os amigos precisam deixar de ser, ou se tornarem menos, virtuais para que a qualidade dos relacionamentos melhore.
Vejamos um exemplo de como os relacionamentos distanciados pela modernidade são frios e sem consideração.

Vira e mexe, recebo um e-mail de alguém que conheci em determinada ocasião. Às vezes pedindo um conselho ou simplesmente com um currículo anexado. Aí eu pergunto: Quem é você?

Poxa! Por mais que a gente se esforce, é difícil lembrar de tanta gente. Aí eu pergunto novamente: Como posso ajudar se não sei nada sobre você?

Olha como a coisa é complexa:

Caso 1
Fulano quer um conselho para tomar uma decisão relacionada a mudança de emprego.
Daí a pessoa envia uma mensagem. Quer explicar a situação atual, o que almeja e, é claro, falar sobre suas insatisfações. Agora imagine quantas linhas teria esse e-mail? Outra coisa, o que responder e como avaliar se não conhecemos o outro lado da história?

Caso 2
Beltrano te envia um currículo citando que conhece você lá da empresa XPTO...
E agora? Eu o conheci no passado, como vou indicá-lo, afinal eu não acompanhei seu desenvolvimento profissional. Será que ele é um bom profissional? Será que me arrisco a indicá-lo?

Precisamos de uma mudança urgente. Ei, passa aqui em casa.


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terça-feira, 3 de junho de 2008

É verdade, os tempos mudam

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Meu irmão Renato é temporão. Pois é, temos uma pequena diferença de idade, apenas 15 anos... xi!
Mas o Renato, além de muito precioso para mim, sempre me ajuda e contribui com meu trabalho, compartilhando suas experiências de relacionamento numa época completamente diferente da que vivi quando tinha sua idade.
De 1974 para 1989 muitas coisas aconteceram. É indiscutível que muitas mudanças ocorreram. Dentre elas a que considero mais relevante foi o advento da Internet, revolucionando a maneira como nos relacionamos.

Bem, diante desse verdadeiro laboratório de experiências de vida fica impossível não comparar e avaliar a qualidade dos relacionamentos ao longo dos anos.
Na minha época (olhe que naftalina...), sem nostalgia, posso afirmar que era muito saudável conviver em comunidade, ter amigos que faziam festinhas em casa e poder contar com a camaradagem dos vizinhos.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Com quem podemos contar?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

De repente, você se dá conta de que não pode contar com ninguém. Nossa, que coisa lastimável... Se pudesse descrever este sentimento seria algo como sentir uma pressão acústica, um silêncio interno momentâneo, ou ainda a sensação de ouvido tapado.
É por isso que se generaliza, como fiz no primeiro parágrafo: “não se pode contar com ninguém”.
Será? Geralmente as pessoas descobrem isso da pior maneira, quando se precisa de uma doação de sangue, por exemplo.
Contudo, mesmo vivenciando a mesma situação, é também possível descobrir que sempre se pode contar com muitas pessoas, embora, e inclusive, nunca se tenha acreditado ser possível.
Na realidade é tudo uma questão de ponto de vista, momentos e impressões.
O surpreendente é que, se prestarmos mais atenção, veremos que os grandes momentos da vida vêm por si mesmos.
O que verdadeiramente todos precisam é de um apertado e longo abraço. Prescrito em dose diária.

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sábado, 7 de julho de 2007

Quantas chances você tem?

Eu sou do tipo que dá até umas 101 chances, ou pelo menos dava, até agora.
Como vocês sabem, acredito no ser humano e em sua capacidade de se reinventar, conquistar e fazer coisas grandiosas. No entanto, ao digitar as primeiras palavras deste editorial tive um súbito ataque de egoísmo, e pensei: Tudo tem limite! Às vezes não me dão nem a primeira chance.

Por isso, sempre saliento em minhas palestras quão importante é estabelecer relacionamentos saudáveis. É claro que às vezes nos enganamos com as pessoas, mas isso não é motivo para assumirmos posições egoístas, introspectivas, até mesmo ríspidas. Como diz minha amiga Roselaine Leme: "Tem pessoas que vão e vêm, mesmo que seja por um tempo determinado, pra nos dar algum sinal..."
Olhando pelo lado positivo é só aprendizado. No dia-a-dia temos que nos relacionar com diferentes tipos de pessoas nas mais diversas situações; agora, se não vivenciarmos situações negativas, como saberemos avaliar nosso comportamento e lidar com isso?
Portanto, dê-se uma chance de errar para assim aprender. Pense nisso!

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Esperando florescer

por Débora Martins

No último dia das mães eu estava lisa. Não que eu tenha feito chapinha no cabelo, não. Estava zerada, desprovida, dura, duranga, sem nenhum tostão furado. É, isso acontece!
Mas, como você sabe, mãe é mãe, e aparecer neste dia sem nenhuma “lembrancinha” é lamentável.
Sem saída, fiz uso de todos os meus dotes e habilidades no photoshop para produzir um cartão. Com papel fotográfico criei balões coloridos com fotos de meus irmãos e sobrinhos.
Dei um jeitinho e comprei um vaso de lírio para não chegar de mãos abanando. Durante o percurso até a casa de minha mãe, o vaso, que estava sem apoio adequado, conheceu cada canto do meu carro. O saldo foi um estofamento coberto de pólen e uma planta sem flores.
Definitivamente, aquele não era meu dia.
Bem, se minha mãe gostou do cartão acho que nem preciso falar, agora com relação à flor... apenas um sorriso.
Seis meses depois o lírio finalmente voltou a florescer e minha mãe agora é só alegria. Ufa! Eu acho que fui perdoada.
Acho que não há mágoa que resista a um belo lírio lilás - como se coração de mãe guardasse mágoa!
Embora nossas vidas sejam corridas e os altos e baixos nos coloquem em situações difíceis, sempre poderemos contar com as pessoas que nos amam. Lembre-se disto!

sábado, 7 de outubro de 2006

Os amargos

por Débora Martins

Freqüentemente recebo e-mails mal educados e os respondo com carinho. Não me custa nada e, de quebra, ainda posso fazer um amigo.
Talvez a pessoa não soubesse se expressar, ou tenha sido apenas uma divergência de idéias. Mas, mesmo assumindo uma atitude positiva com relação aos outros, coisa que aprendi em casa, é difícil compreender tal comportamento.
Na realidade é impressionante como tem gente amarga neste mundo. Alguns até parece que fizeram curso, MBA de Chatice com ênfase em Arrogância. Eu que sempre agi como “o melhor amigo do homem”, levando tapas e mesmo assim disposta a estabelecer uma relação de amizade, tenho uma dica: Quem não te conhece não sabe o que está perdendo!
Portando, o melhor remédio para combater a amargura é uma boa dose de gentileza. Pense nisso!



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sexta-feira, 30 de junho de 2006

EDITORIAL 125 - Como é Bom Sorrir!

Como sorrir é bom, não é?

Uma vizinha, aqui no meu prédio, vive implicando comigo. Todas às vezes que a encontro no elevador, ela diz: “Nossa, quanta alegria!”. Eu nem ligo. Talvez ela precise andar mais comigo...rs

Às vezes, quando a gente encontra um velho amigo, ouve uma boa piada ou quando assistimos uma comédia, rimos muito. As risadas são tantas, que podem fazer nosso rosto doer.

Você pode não se dar conta de que uma postura reservada é a causa de muitos problemas de comunicação. Você pode se permitir sorrir quando achar conveniente. Sorrir é bom e não custa nada; além de aproximar as pessoas, nos torna mais interessante.

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