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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Quero abrir meu próprio negócio!

Impressões profissionais
por Débora Martins

Hoje respondo a um leitor de Santa Catarina. Nesta mensagem não conta detalhes sobre formação acadêmica ou experiência profissional, entretanto é o tipo de pergunta que merece uma atenção especial, pois não é todos os dias que alguém nos procura, humildemente, para compartilhar seus sonhos. Pergunta enviada em 03/02/2009.

“Estou com idéia de abrir um negócio, não sei exatamente o que ainda. Você tem alguma sugestão para me dar? Pensei em algum tipo de comércio”.

Olá, Leitor! Parabéns pela iniciativa. Fico feliz em poder contribuir de alguma forma. Vou tentar ser objetiva e colaboradora, OK?
Mesmo sem possuir mais informações a respeito de sua profissão e formação, é importante ressaltar a qualidade do momento.
Todos temos sonhos, alguns em maior intensidade e outros nem tanto.
Mas é por meio de sua vontade e empenho que conseguirá realizá-los. Criei uma frase, brinco e a uso com freqüência: “Sonho acordada, sonho concreto e sonho com creme”. O importante é sonhar e mover o mundo para que tal sonho se concretize. Mas vamos à resposta:
Um comércio, uma empresa de consultoria ou uma fabriqueta de fundo de quintal, não importa. Se quiser mesmo assumir as rédeas de sua vida no sentido de empreender um negócio só seu, deve antes de tudo sonhar e desejar. Precisa levar tudo muito a sério. Portanto se informe (procure o Sebrae), invista tempo, dinheiro e muito amor. Não é nada fácil qualquer começo, porém é preciso determinação.
Se hoje trabalha numa empresa, seja antes um intraempreendedor. Este é um ótimo exercício. Como? Colocando-se no lugar de seus superiores. Assim irá compreender melhor como funciona a dinâmica dos negócios.
Pessoas acostumadas com estabilidade (carteira assinada e benefícios) estranham a idéia de se aventurar. Afinal, terá que gerir muito bem seus recursos financeiros também. Faça o que mais gosta e será feliz. Eu garanto!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br/

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sem preconceito

Impressões Pessoais

por Débora Martins

O Miguel, Mig para os íntimos, atingiu sua meta semana passada. Agora, com 70% do corpo tatuado, exibe suas lindas gravuras para os amigos. A história do Mig com esse negócio de tatuagem começou em 1999, quando descolou um trampo de web design.
Mas, tempo passa e as escolhas mudam. Agora Mig tem outra paixão. Depois de quatro anos de faculdade e um diploma de administração de empresas, ele definitivamente abandonou a web para se dedicar aos negócios do pai. Será que Miguel fez a escolha certa?
Imagine um grande botão vermelho: Bééé... Escolha errada!
Nem preciso comentar sobre as dificuldades que Miguel enfrenta diariamente em seu trabalho, muitas vezes tendo que trabalhar escondido em algum cantinho da empresa. Certo ou errado, quem pode julgar? Afinal, são suas escolhas. Nós somos responsáveis por nossas escolhas diárias. Se a sociedade aceita ou não, aí já é outra história.
As atitudes preconceituosas podem ter inúmeras causas, desde a maneira como aprendemos a lidar com outros até problemas interpessoais, exteriorizados naqueles que desprezamos.
Infelizmente as conseqüências são terríveis, principalmente quando a pessoa é realmente capaz mas é excluída por algo que a diferencia das demais. Pena que não conseguimos nos virar do avesso.

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sábado, 17 de maio de 2008

Vendas - Três erros comuns ao telefone

Impressões Profissionais

Especial: MANUAL DO VENDEDOR

Dicas de Sergio Guimarães, Dominic de Souza, Débora Martins e Fabiano Brum - Saiu na Revista Venda Mais, edição de Maio/2008.

Três erros comuns ao telefone

por Débora Martins

De repente o telefone toca, e, com certeza, aquele negócio grande vai se concretizar. Não vale atender de qualquer jeito. Fique atento para não cometer alguns destes erros:

Foi seco, arrogante ou deu ares de galanteador?

Assumir uma postura diferente da apresentada em reunião confunde o cliente e pode minar seus negócios.
A dica é agir com naturalidade. Focar-se mentalmente na imagem física do cliente ajuda a seguir a mesma linha comportamental.

O vendedor que atende de supetão: "Quem tá falando?" "Que cê qué?", sendo que esteve com o cliente duas horas atrás.

O telefone, mesmo o celular, é uma extensão do escritório, portanto deve ser atendido com profissionalismo e amabilidade.

Sair falando sem mais nem menos.
Pera aí, para tudo existem regras.
Para compreender e ser compreendido é preciso obedecê-las.

Vamos relembrar: Cumprimentar; identificar-se; transmitir coesão e coerência na mensagem, ouvir e repetir para ter certeza do que foi acordado, e despedir-se com cortesia, é claro.


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