sábado, 14 de junho de 2008

Sejamos nós mesmos

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Gente, não dá para ser mais espontâneo? Chega de gente de plástico!
Será que é tão ruim assim ser natural? Pessoas autênticas, espontâneas são as que mais cativam, pois conseguem transmitir autoconfiança.
O mundo é assim mesmo, será impossível agradar a todos, logo não devemos nos preocupar em assumir uma postura artificial diante de determinado grupo de pessoas ou situação. Muitas pessoas se auto-abandonam para satisfazer necessidades alheias que geralmente não passam de futilidade. Já conheci pessoas que gastavam os tubos só para tentar fazer parte de um grupo. Infelizmente, o resultado disso é só frustração. Quando decidimos optar por sermos nós mesmos... Hum... Aí a coisa muda e a gente se ama mais (hei, acho que me apaixonei por mim novamente, ahahah...), sem medo de sermos rejeitados e sem vaidade, só ficando cada um na sua. Na sua! Pense nisso!

Quer ouvir? http://www.atenderbem.com.br/podcast/espontaneo.mp3

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quinta-feira, 12 de junho de 2008

12 de Junho - Dia dos Namorados


"Há vários motivos para não amar uma pessoa, e um só para amá-la; este prevalece".
- Carlos Drummond de Andrade

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Notas de rodapé
A ciência moderna conseguiu provar que o amor romântico causa reações químicas. Quando a pessoa fica apaixonada, seu organismo produz grandes doses de três substâncias: dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São anfetaminas naturais que provocam euforia e podem causar dependência. Isso explicaria o comportamento das pessoas incapazes de relacionamentos duradouros, sempre à procura de novas aventuras. Elas seriam viciadas em paixão. Se o relacionamento vinga, passados dois ou três anos os amantes começam a produzir endorfina, substância que dá sensação de segurança, calma e tranqüilidade. Mas uma das mais recentes novidades na química do amor é a oxitocina. Além de ajudar as mulheres nas contrações do parto, cientistas acreditam que essa
substância também pode ser responsável por orgasmos mais poderosos, seguidos de relaxante sensação de bem-estar. Fonte: Almanaque Abril

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

“Amigos Virtuais” – E agora?

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Lembro-me das festinhas que fazíamos com pouquíssimos recursos, na garagem lá de casa. Lona no portão, sem erro, era sinal de festinha na vizinhança. O melhor é que todo mundo era muito bem-vindo.
Comparando-me ao meu irmão adolecente, com certeza posso afirmar que hoje é muito triste. As amizades são, na sua maioria, virtuais, ou seja, o amigo nem sabe onde você mora e vice-versa.
Caramba! Meus amigos chamavam a minha mãe de “mãe”, abriam a geladeira e chegavam sem avisar. Era uma delícia!

Como ajudar nossos amigos?
Bem, como você percebeu muitas coisas mudaram. Os amigos precisam deixar de ser, ou se tornarem menos, virtuais para que a qualidade dos relacionamentos melhore.
Vejamos um exemplo de como os relacionamentos distanciados pela modernidade são frios e sem consideração.

Vira e mexe, recebo um e-mail de alguém que conheci em determinada ocasião. Às vezes pedindo um conselho ou simplesmente com um currículo anexado. Aí eu pergunto: Quem é você?

Poxa! Por mais que a gente se esforce, é difícil lembrar de tanta gente. Aí eu pergunto novamente: Como posso ajudar se não sei nada sobre você?

Olha como a coisa é complexa:

Caso 1
Fulano quer um conselho para tomar uma decisão relacionada a mudança de emprego.
Daí a pessoa envia uma mensagem. Quer explicar a situação atual, o que almeja e, é claro, falar sobre suas insatisfações. Agora imagine quantas linhas teria esse e-mail? Outra coisa, o que responder e como avaliar se não conhecemos o outro lado da história?

Caso 2
Beltrano te envia um currículo citando que conhece você lá da empresa XPTO...
E agora? Eu o conheci no passado, como vou indicá-lo, afinal eu não acompanhei seu desenvolvimento profissional. Será que ele é um bom profissional? Será que me arrisco a indicá-lo?

Precisamos de uma mudança urgente. Ei, passa aqui em casa.


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domingo, 8 de junho de 2008

“Sou um livro aberto”

Impressões Profissionais
por Débora Martins

É fato: passamos mais tempo convivendo com os colegas de trabalho do que com parentes e amigos. Justamente por isso, tendemos a criar laços de amizade e por vezes nos tornarmos tão íntimos a ponto de confidenciar coisas muito particulares. O pior é que nos esquecemos de que no ambiente profissional existe competição, inveja, vampirismo espiritual e muita gente traiçoeira. Acha que estou paranóica? Então abra bem os olhos!
Muitas pessoas não se preocupam com o teor das informações que transmitem aos seus colegas de trabalho. Sem pensar, acabam dando a oportunidade e a liberdade para que falem a seu respeito.
Fofocas!!! Se fosse só isso tudo bem, com jogo de cintura é possível contorná-las, mas o problema é quando surge uma oportunidade de crescimento, aí pronto... Ferrou!
Cuidar da reputação e manter um certo sigilo garante, sobretudo, um bom conceito, principalmente no momento da promoção. Pense nisso!

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quarta-feira, 4 de junho de 2008

E-mails - Educação na Comunicação

por Débora Martins e Iolanda Moura

A urgência na conclusão do TCC, na realização de um trabalho importante, ou até mesmo diante da pressão das metas diárias, faz com que procuremos por pessoas que são as fontes de informação de que precisamos. Ora, se há alguém que sabe mais do que eu por que não pedir ajuda?

No entanto, muitas vezes essa ajuda não chega e ficamos nos perguntando porque será que não fomos atendidos prontamente, afinal era só uma coisinha de nada, só uma perguntinha.

Pois é, muitas pessoas exigem as informações, isso sem ao menos perceberem que é necessário ter educação para obtê-la. Quando dependemos de alguém jamais devemos impor, cobrar ou exigir. É preciso ter mais humildade. Principalmente no caso dos estudantes que, afoitos com seus TCCs, ficam completamente atordoados e acabam se esquecendo do básico, que é tratar os outros com respeito.

Para este artigo e outros da série Educação na Comunicação, convidei a professora Iolanda Moura, que inclusive revisa meus textos, para escrevermos uma série de dicas de como obter melhores resultados por meio da comunicação.

No tema de hoje, como proposta acima, vamos tratar da escrita de simples e-mails.

Para que seus e-mails sejam respondidos é preciso que a mensagem seja clara e objetiva, sem erros e apresentada de forma coerente.

Vamos dividir em partes:

Que tal começar com uma saudação?
Bom Dia!

É importante se introduzir com um cumprimento, nada de ir logo tratando do assunto sem prévia delicadeza.

Depois tem que haver a própria identificação: sou fulano de tal, estudo em tal lugar...

Em seguida se deve entrar no assunto propriamente dito, expondo de maneira clara o seu propósito.

Importante! Nada dos símbolos usados na internet pra substituir as palavras, e que tudo seja o mais correto possível; o próprio sistema se incumbe de alertar para as palavras escritas incorretamente, em aplicativos como outlook; seja atencioso com os alertas na hora de enviar seu texto.

Agradeça no final, antes mesmo de receber a resposta. É como gostaria de ser tratado, não é?

Mas, pra tudo isso acontecer... Você vai ter que ter um mínimo interesse pela sua língua, se seu hábito de leitura se restringe a ver somente as mensagens dos amigos o resultado é o desastre na escrita...

Pois é, que tal investir um tempo na melhoria de sua escrita?
Se comunicar de forma apropriada, além de ser imprescindível para sua vida profissional, pode aumentar suas chances de obter o que deseja com mais rapidez.



É o primeiro artigo da série, portanto, pedimos que envie sua opinião.


Iolanda Moura http://www.letraguia.com.br
=Licenciatura Plena em Letras
=Preparadora de alunos para concursos
=Revisora de textos através da internet por sete anos
=Contratada por universitários, mestrandos e doutorandos para revisão de teses em universidades como USP, UNICAMP, UFSC, UnB, FGV, etc.

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terça-feira, 3 de junho de 2008

É verdade, os tempos mudam

Impressões Pessoais
por Débora Martins

Meu irmão Renato é temporão. Pois é, temos uma pequena diferença de idade, apenas 15 anos... xi!
Mas o Renato, além de muito precioso para mim, sempre me ajuda e contribui com meu trabalho, compartilhando suas experiências de relacionamento numa época completamente diferente da que vivi quando tinha sua idade.
De 1974 para 1989 muitas coisas aconteceram. É indiscutível que muitas mudanças ocorreram. Dentre elas a que considero mais relevante foi o advento da Internet, revolucionando a maneira como nos relacionamos.

Bem, diante desse verdadeiro laboratório de experiências de vida fica impossível não comparar e avaliar a qualidade dos relacionamentos ao longo dos anos.
Na minha época (olhe que naftalina...), sem nostalgia, posso afirmar que era muito saudável conviver em comunidade, ter amigos que faziam festinhas em casa e poder contar com a camaradagem dos vizinhos.

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domingo, 1 de junho de 2008

Como criar um Plano Motivacional

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Atendendo a sugestão de um leitor, hoje darei um exemplo de como criar um plano motivacional simples e de fácil implantação para sua empresa. O leitor em questão trabalha na área de TI, portanto vamos trabalhar com este case.
TI? Sim, mas também servirá para sua empresa, independentemente do ramo de atividade, basta seguir as etapas.

O departamento de TI (Tecnologia da Informação) é um dos mais importantes dentro da empresa, uma vez que todos os demais setores também utilizam computadores para realização de suas atividades diárias.

Portanto, como o TI interage com praticamente todas as áreas, é importante que os colaboradores desta área também estejam com disposição e auto-estima elevada. Isso para lidar com o estresse constante e orientar os usuários de forma didática, paciente e cortês.
É, para esse povo a coisa não é brincadeira não!
Antes de qualquer coisa, é necessário estipular um objetivo claro.

Objetivo (1ª etapa)

O objetivo descrito para este caso foi:

"Integrar os membros da equipe e lhes proporcionar um ambiente harmonioso para plena satisfação na realização do trabalho diário".

Percebam que nas entrelinhas do objetivo acima podemos identificar que a equipe enfrenta problemas de relacionamento e precisa de ânimo para enfrentar a rotina.

Para aliviar esta tensão entre clientes internos, criamos o seguinte plano motivacional:

Levantamento das necessidades (2ª etapa)

Mas, antes de entrarmos na campanha propriamente dita, iremos realizar um trabalho de identificação dos problemas para obter melhores resultados na aplicação da campanha. São eles:

1º Fatores que causam maior desgaste nas relações entre departamentos da empresa. Ex.: computadores com vírus e e-mails que não chegam.

2º Falta de conhecimento. Ex.: elevado número de chamadas realizadas pelos usuários, de forma desnecessária.

3º Pressão do tempo. Ex.: os técnicos têm que resolver problemas a partir de xingos dos usuários.

Depois deste levantamento, basta realizar um brainstorm com a equipe técnica para identificar possíveis soluções.

Propondo soluções (3ª etapa)

Vejamos o que o grupo identificou:

1º) Conscientização - os usuários foram conscientizados sobre a demanda de trabalho da área de TI, cujos colaboradores lhes pediram compreensão pela demora no atendimento e para a prioridade de alguns serviços.

2º) Orientação - para diminuir o número de chamadas desnecessárias, foi preciso criar um manual.

3º) Melhoria na comunicação - os usuários foram orientados para que se comunicassem de forma mais clara e objetiva, inclusive copiando telas para identificar quais eram os reais problemas.

Vejam que interessante, muito dos problemas da área de TI estava ligado ao desgaste e falta de comunicação com outras áreas.


Partindo para ação (4ª etapa)

Depois de todo este trabalho, principalmente de conscientização, partiram daí para criar ações motivacionais com foco no departamento. Foram elas:

1º Criou-se uma caixa de sugestões
Para dar oportunidade aos técnicos de contribuírem com idéias e opiniões para melhorias no trabalho.

2º Quadro de Atualização
O coordenador da área se comprometeu a manter os técnicos atualizados sobre as novas tecnologias de mercado, eventos e curso disponíveis.

3º Medidas de RH
O RH se comprometeu a manter os currículos atualizados, com cargos e salários condizentes com o mercado, além de oferecer palestras de motivação a todos os funcionários da empresa, para promover a interação.

4º Descanso
Foi criada uma grade de dimensionamento de folga aos finais de semana e feriados, de forma justa e intercalada.

5º Novas idéias
Agora se promovem eventos (internos e externos) baseados nas sugestões dos técnicos, com encontros, happy hours, viagens e outras formas de entretenimento.

Fácil falar, não é?
Obviamente não é um processo fácil.
No entanto, com dedicação, eles conseguiram. Você também consegue. Experimente!


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