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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Disputando cargos de liderança

Impressões profissionais
por Débora Martins

Hoje respondo a uma leitora de São Paulo (SP). Um questionamento freqüente com uma resposta quase padronizada. Pergunta enviada em 12/11/2008.

“Li suas dicas de como ser um bom supervisor no site Catho... Gostaria de saber se você pode me dar dicas de como me sair bem durante a entrevista/dinâmica em grupo, já participei de uma outra seleção mas confesso que não estava preparada, pois nem passei da prova escrita.”

Olá, Leitora! Oba! Vem aumento por aí (inclusive de trabalho)... Hahaha! Perdoe-me, mas não resisti e tive que brincar um pouquinho com você.
Pois é, participar de um processo seletivo não é nada fácil. Além de surgirem mil e uma dúvidas sobre nossa própria capacidade, ainda por cima tentamos desvendar o que passa pela cabeça de todos os envolvidos no processo. É muito desgastante. Afe!
Importante! Vale ressaltar que, em processos para cargos de gestão, principalmente internos, sua reputação deve ser idônea, uma vez que seus superiores e colegas serão suas principais referências. É bom se lembrar disto, viu?
Bem, vou dividir sua questão em duas partes:

Partes do processo – “entrevista/dinâmica em grupo”. Fique atenta, porque são etapas diferentes do processo. Na entrevista você tem a oportunidade única de se expor e argumentar. É um momento só seu, para falar sobre suas experiências e provar se efetivamente possui capacidade para assumir o cargo almejado. Na dinâmica de grupo, você precisa ser natural. Não existe certo ou errado. É você interagindo com o grupo, é isto que o selecionador irá observar.

Preparação – Estar ou não preparado? Eis a questão...
Você terá que participar. É o preço a pagar. Receber “nãos” faz parte da vida. É muito comum travarmos nesses momentos, ficamos nervosos mesmo, mas é preciso trabalhar a autoconfiança acima de tudo.

Um adendozinho sobre a prova escrita: Independentemente do cargo que ocupará, a boa comunicação é fundamental. Leia bastante e pratique redação livre. Vá com fé que a vaga é sua!

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O poder do elogio

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Pode parecer bobagem, mas o elogio tem um poder beneficamente transformador.
Mesmo para quem tem relutância em aceitá-lo, seja por medo ou desconfiança (da fonte é claro), ele sempre causa algum tipo de impacto positivo.

Agora, há pessoas que estão tão desacostumadas de receber elogios que se pegam a gastar horas tentando decifrar o que foi aquilo. Muitas vezes se perguntam: “Qual é a piada?”, “Onde estão as câmeras?” ou ainda “O que eu fiz de errado?

Tô brincando não. São anos de experiência observando o comportamento de indivíduos que, infelizmente, reagem assim.
Portanto, não perca uma oportunidade de elogiar. Mas, quando elogiar? Agora (mas antes termine de ler, por favor... Ahahah)!

Elogie diariamente. Sempre que observar uma atitude que esteja em conformidade com o que você espera de sua equipe, não perca tempo. Elogie!
Procure não elogiar a pessoa, mas suas habilidades na execução de determinados trabalhos.
Veja, você poderá elogiar a caligrafia, a dicção, a organização do posto de trabalho, o cumprimento da meta, o esforço diário, etc.

Experimente! Todos de sua equipe saberão que você os observa carinhosamente, assim sempre estarão em busca de aperfeiçoamento. Afinal, elogio também vicia.
Experimente elogiar e ganhe sua equipe. Mas só vale se o elogio for sincero.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Afinal, qual é o bom líder?

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Todo dia recebo pelo menos um e-mail com esta mesma pergunta.
O que se considera uma “boa” liderança reflete não só o que pensamos a respeito da natureza humana, suas relações, porém isto é também fortemente influenciado pela cultura, circunstâncias políticas e socioeconômicas em que se está inserido.
Segundo Edgard H. Schein, autor do livro Psicologia Organizacional, “De algum modo, cada líder ou dirigente deve ganhar a confiança dos membros do grupo e vencer-lhes a suspeita e cautela”.
A busca pelo entendimento da boa liderança, em questão, vem ao encontro da necessidade de se obter um amplo respeito no ambiente organizacional.
Também vale a pena lembrar que os líderes motivadores, firmes, leais, dinâmicos, justos e comprometidos são os que mais chamam a atenção das organizações. Ser bonzinho, político ou fazedor de acordos talvez não funcione mais.
O importante mesmo é encontrar o seu equilíbrio interior para gerir com maturidade e respeito pelo próximo.

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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O líder que educa

Impressões Profissionais
por Débora Martins

Talvez você esteja se perguntando – Por que tantas responsabilidades?
Calma, calma, não precisa se desesperar.
O mais importante é estar ciente de que você não vai mudar o mundo, mas pode tornar seu dia-a-dia mais leve.

O desafio maior do momento em que vivemos envolve um melhor entendimento no que diz respeito à função do líder como educador.
Educador? Pois é, estamos falando de qualidade humana.
Prepare-se, pois a mais nova responsabilidade está ligada à maneira como conseguirá conduzir sua equipe e mantê-la em harmonia.

Portanto, que tal assumir alguns outros papéis?

O guia
- Assuma o papel de mentor. As pessoas carecem de exemplos de vida. Já pensou ser lembrado como um incentivador, responsável pelo sucesso de várias pessoas?

O enigmático – Não entregue tudo de bandeja. Não dê o peixe, não!
Faça seus subordinados pensarem. Em alguns projetos, por exemplo, um certo mistério ajuda a manter o interesse da equipe.

O comunicador
– Não existe nada mais mesquinho do que um indivíduo que retém informações importantes. Seja inteligente e dissemine seu conhecimento. Assim você se torna indispensável.

Esteja disposto a ensinar, assim sua gestão se torna ainda mais eficaz. Pense nisso!



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domingo, 8 de junho de 2008

“Sou um livro aberto”

Impressões Profissionais
por Débora Martins

É fato: passamos mais tempo convivendo com os colegas de trabalho do que com parentes e amigos. Justamente por isso, tendemos a criar laços de amizade e por vezes nos tornarmos tão íntimos a ponto de confidenciar coisas muito particulares. O pior é que nos esquecemos de que no ambiente profissional existe competição, inveja, vampirismo espiritual e muita gente traiçoeira. Acha que estou paranóica? Então abra bem os olhos!
Muitas pessoas não se preocupam com o teor das informações que transmitem aos seus colegas de trabalho. Sem pensar, acabam dando a oportunidade e a liberdade para que falem a seu respeito.
Fofocas!!! Se fosse só isso tudo bem, com jogo de cintura é possível contorná-las, mas o problema é quando surge uma oportunidade de crescimento, aí pronto... Ferrou!
Cuidar da reputação e manter um certo sigilo garante, sobretudo, um bom conceito, principalmente no momento da promoção. Pense nisso!

Quer ouvir? http://www.atenderbem.com.br/podcast/intimidade.mp3

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Supervisor: faça seu trabalho valer o dobro

por Débora Martins

O seu tempo disponível deve ser usado sabiamente. Entre monitorações, feedbacks, treinamentos, relatórios e outras atividades, quase não sobra tempo para avaliar o seu próprio desempenho como supervisor de equipe.
Sendo assim, a Atender Bem Consultoria e Treinamento dá algumas dicas para fazer o seu tempo valer o dobro.

Monitorações: Crie uma planilha dinâmica no Excel, apontando os pontos em que você mais tem interesse em trabalhar o teleoperador. Crie um sistema de notas, assim fica mais fácil avaliar os aspectos de maior relevância em sua operação.

Feedbacks: prepare a atitude, seja positivo, fale a verdade. A hora do feedback não é momento de dar bronca no teleoperador. Incentive-o a trabalhar melhor.

Treinamento: seja criativo, inove, sua equipe tem sede de novidades. Crie uma apostila organizada, dinâmica, use elementos gráficos. Consulte o psicólogo (a) de sua empresa, ele (a) poderá fornecer-lhe ótimas idéias. Divulgue os seus treinamentos, crie expectativa nos participantes.

Domine a informática: relatórios e gráficos irão permitir melhor visualização dos seus resultados. Pesquise e descubra ferramentas de tecnologia que possam otimizar o seu trabalho. Crie um bom relacionamento com a sua área técnica.

Dia-a-dia: seja um agente de mudanças. Torne-se acessível. Sorria. Trabalhe motivado e espalhe alegria em sua operação. Faça reuniões diárias, cinco minutos, conte histórias. Faça uma lista de atividades e cumpra seus prazos. A organização é individual, organize-se à sua maneira.

Vale ressaltar que cada empresa adota normas e procedimentos diferentes; portanto esta é uma base para que você possa aprimorar os seus conhecimentos futuros.

Mesmo com tantas informações a respeito disponíveis no mercado, ainda existe grande carência. O treinamento relativo a este assunto possui sete passos muito importantes para um bom desempenho ao telefone.

Quando você desenvolver o hábito de fazer o seu trabalho valer o dobro, ficará surpreso com os resultados. Bom trabalho!

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quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Equipes: Como evitar o fracasso

por Débora Martins

Para evitar este problema, é preciso:

Escolher bem – Muitos problemas podem ser evitados quando são tomados os devidos cuidados na escolha dos profissionais. O momento em que se realiza um processo de recrutamento e seleção é crucial, pois evita a contratação de pessoas despreparadas, tanto para assumir as tarefas pertinentes ao cargo quanto para conviver em equipe.

A informação como base – Equipes realmente se desmancham quando o fator informação não é levado em conta. Pessoas sem informação ou portadoras de informações incompletas criam um verdadeiro tumulto dentro de uma equipe. Não é quem domina a informação que lidera, mas quem consegue transmiti-la de maneira eficiente.

Tempo – O fator tempo em falta sempre atrapalha quando não existe planejamento, logo, uma equipe que não trabalha sobre ações bem planejadas estará sempre apagando fogo ou correndo para compensar o prejuízo.

Motivação – Deve fazer parte do dia-a-dia da equipe. A forma de motivar é muito particular, vai variar de líder para líder. No entanto, buscá-la deve ser uma tarefa constante. Pessoas motivadas produzem mais e melhor!

Controle – Saber o que se passa já não é obrigação, trata-se de uma questão de sobrevivência. Hoje administramos muito mais a relação com as pessoas do que o trabalho/tarefas propriamente ditos. Portanto, manter o controle da situação é fundamental!

Conflitos – Eles existem, e sempre irão existir. Gerenciar o conflito é o que realmente acaba com ele. Ouvir pessoas separadamente, dar atenção a burburinhos, ficar checando a veracidades dos fatos... Enfim, tais posturas somente contribuem para fomentar problemas. Conflitos devem ser resolvidos de forma justa e definitiva.

O mais importante é acreditar em você!
Sua capacidade de liderar é o que realmente vai determinar o sucesso de sua equipe. É sensato estudar estes fatores, responsáveis pelo fracasso, e tentar se antecipar a eles. Lembre-se: Um homem prevenido vale por dois!


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segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Trecho da Entrevista Rede Vida TV - Como desenvolver e manter um bom ambiente de trabalho?

Entrevista Rede Vida
Veiculada em 20/11/2006 - 17:00h
Canais: 03 TECSAT/ 26 NET/ 27 SKY/ 73 TVA / 221 DIRECTV / 34 UHF


Rede Vida - Como fazer para desenvolver e manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Quando pensamos em ambiente de trabalho logo associamos a imagem de um escritório, ou seja um ambiente carregado de estresse. Antes de tudo, devemos ter a consciência da importância de conviver em harmonia. Algumas pessoas já se acostumaram a viver em ambientes pesados, carregados de energias negativas, onde um incomoda o outro o tempo todo mas ninguém tem coragem de ser franco e de decidir por aparar as arestas. Ë necessário ter coragem e decidir por mudar as coisas. Ë chegar um dia no ambiente de trabalho e dizer: pessoal a gente vai ter que se entender!

Rede Vida - Os incentivos que a empresa oferece aos funcionários contribuem para o bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Sim. Com certeza, uma empresa que demonstra tal preocupação com seus colaboradores tem maiores chances de criar e manter um bom ambiente. O colaborador se sente acolhido e desenvolve maior disposição para o trabalho.

Rede Vida - A competitividade entre colegas de trabalho, para ver quem vende ou produz mais, pode prejudicar o bom ambiente de uma empresa?
Débora Martins - Sim. Principalmente quando o líder da equipe não possui maturidade suficiente para administrar, dentro da mesma equipe, ganhadores e perdedores. O líder deve ser imparcial e jamais menosprezar a capacidade dos que produzem menos.
Muito pelo contrário, deve incentivar e tentar descobrir quais são os fatores que influenciam de forma positiva ou negativa a produtividade da equipe.

Rede Vida - Quais as iniciativas mais recentes que as empresas vêm tomando para manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Todos os dias, por sugestão dos próprios colaboradores, as empresas dispostas a criar esse bom ambiente inovam e surpreendem.
Algumas empresas criam salas de descompressão, gibiteca, salão de beleza, horta, sala de massagem e até sala do grito (com paredes anti-ruído).
Os colaboradores recebem bem estas idéias e se sentem satisfeitos.

Rede Vida - O que cada pessoa pode fazer individualmente para manter um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - Trabalhar o seu humor. Cada indivíduo deve ter consciência de que seu estado de humor influencia as outras pessoas do grupo. São gestos de gentileza e um vocabulário mais doce que tornam tudo mais leve e prazeroso.
Já visitei empresas onde as pessoas usavam a expressão “roubou” o tempo todo:
“quem roubou minha caneta?” Cinco minutos depois a pessoa que disse esta frase encontrou a caneta caída no chão.
Acusou os colegas de trabalho de roubo e depois não se desculpou. Agora imagine como é a convivência destas pessoas no dia a dia.


Rede Vida - Qual a importância de mesclar pessoas de origens e temperamentos diferentes para que se tenha um bom ambiente de trabalho?
Débora Martins - É muito importante, pois as pessoas que são agressivas tornam-se mais ponderadas. Os mais quietos, ou melhor, os introspectivos, começam a se soltar pois têm que se defender dos agressivos.
À primeira vista parece que todos irão se matar, mas acontece o contrário; todos ganham, pois aprendem a se relacionar e a respeitar os limites alheios.


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segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Verdades e Mentiras Sobre Dar e Receber Feedback

por Débora Martins

As empresas investem em tecnologia de ponta, em qualidade de produtos e serviços, falam constantemente em qualidade de vida no trabalho, em times, em equipes. Hoje, em especial, se fala muito sobre valorização do ser humano. No entanto, muitas vezes, não é levado em conta o papel da comunicação entre os clientes internos para que realmente se alcancem os objetivos. O ato de dar e receber feedback é um dos itens que ainda causam certo mal-estar entre gestores e subordinados.

Para que serve?
O feedback serve para esclarecer aos colaboradores os pontos a serem trabalhados. Aponta qualidades e deficiências na execução do trabalho, pode explicar novas formas de execução das tarefas e sugerir mudanças.
Tem como objetivo rever atitudes inadequadas; e pode também ser considerado uma excelente ferramenta para reforçar comportamentos apropriados, atitudes inovadoras e criativas.

Verdades e mentiras

Quem deve dar feedback é o gestor.
Verdade. Geralmente é um papel destinado ao gestor, que deve criar um clima de respeito e confiança para evitar constrangimentos e implicações emocionais, como ressentimento e hostilidade.

Feedback é bronca.
Mentira. Não é, mas talvez seja considerado uma espécie de “chamada de atenção”, pois alguns gestores ainda não conseguem trabalhar o lado positivo da abordagem, o que requer equilíbrio emocional.

É possível receber um feedback positivo.
Verdade. Sim, o gestor deve dar o feedback sempre de maneira construtiva e equilibrada. Uma má notícia pode ser analisada e discutida com o subordinado e, juntos, chegar-se a um consenso. Apenas conversando de forma civilizada. Conversas podem ser positivas e descontraídas, o feedback também.

Alguns gestores usam o feedback de maneira antiética.
Verdade. Não necessariamente um gestor. No entanto, algumas empresas optam por delegar o feedback a pessoas despreparadas. Que, por sua vez, acabam não sabendo equilibrar razão e emoção.

O feedback realmente funciona.
Verdade. Se a pessoa que recebe o feedback for madura o suficiente para enxergar que se trata de uma espécie de “consultoria individual”, com toda certeza terá muito a lucrar.

O feedback desmotiva.
Mentira. Na maioria das vezes impulsiona a equipe. Estimula a participação e melhora o clima organizacional. Agora, para quem já está desmotivado pode ser uma arma letal.



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segunda-feira, 10 de julho de 2006

Para Crescer Profissionalmente: Consulte o Seu Mentor

por Débora Martins

Talvez você esteja se perguntando - O que fazer para obter sucesso em minha carreira?

Falar de sucesso implica, de algum modo, resgatar uma figura de papel fundamental em nossas carreiras. O mentor.

Como é sabido, vivemos em uma sociedade que premia as competências, no campo profissional, intelectual, esportivo etc.
As margens ficam reservadas aos inseguros, desgarrados do grupo, insatisfeitos e os instáveis emocionalmente.

Assim, observarmos que só alcança o sucesso quem se comunica, quem está apaixonado pela vida e gosta do que faz. No entanto, como é possível tirar as vendas e enxergar as oportunidades.

Em um capítulo de seu livro, Jeff Davidson dá um conselho, "Aonde quer que você vá, qualquer que seja o rumo que der à sua carreira [...] Em algum momento da jornada [...] se puder contar com a ajuda de alguém competente, valerá a pena".

Mentores são amigos, muitas vezes nossos próprios pais, professores ou até ex-diretores de empresas em que já trabalhamos.
Um telefonema, almoço ou algumas horas por mês com um bom conselheiro profissional o ajudarão a se concentrar em suas metas.

A palavra mentor é tradicionalmente associada à figura de um senhor de cabelos brancos, dotado de imensa sabedoria.
No entanto, desde o início de minha carreira tive a sorte de conhecer mentores das mais variadas idades e profissões.

Todos mentores que tive foram capazes contribuir com o crescimento de minha carreira, por meio de conselhos e exemplos de vida.
Espero que você tenha a sorte de encontrar um bom mentor, uma pessoa que possa apóiá-lo no mundo dos negócios.

Reveja os seus planos e metas profissionais, e encontre um mentor a sua altura.

Agora é só crescer!

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sexta-feira, 30 de junho de 2006

Liderança: Maturidade e Responsabilidade

por Débora Martins

No transcorrer da história humana, tem-se reconhecido cada vez mais, que a liderança é um dos aspectos significativos da atividade humana.
Como resultado disto, dispõe-se de um grande volume de livros e estudos.

Depois de tantas pesquisas chegou-se a conclusão que o sucesso da liderança depende de comportamentos apropriados, habilidades e ações, e não de traços pessoais.
Isto é muito bom, uma vez que comportamentos podem ser aprendidos e modificados, enquanto que traços são aspectos intrínsecos do ser humano.

O importante é sabermos que sem liderança, uma organização seria apenas uma enorme confusão de pessoas e máquinas, do mesmo modo que uma orquestra sem maestro seria somente músicos e instrumentos.
A orquestra e todas as outras organizações requerem lideranças para desenvolver ao máximo seus colaboradores, com um único fim: obter resultados.

A liderança tem papel fundamental no desenvolvimento de uma equipe, do ponto de vista funcional, é difícil que uma equipe fale e atue sem um membro individual. Se todos falam ao mesmo tempo ninguém pode ouvir ou escutar.
Para que uma equipe atue como unidade ou demonstre organização alguém deve verbalizar a necessidade de ordem.

É importante, porém, ter bem claro que um indivíduo não se torna líder da noite para o dia, nem tampouco assumindo responsabilidades não condizentes com a sua maturidade.
"A imaturidade não suporta a dureza da responsabilidade", foi o que afirmou o Dr. Paulo de Tarso Cardoso Filho, psiquiatra e psicanalista.
Podemos perceber que a medida em que os objetivos de uma equipe exigem maior diversidade de esforços e maior coordenação, se acentuará a necessidade da liderança.

Nos últimos anos tem-se intensificado em nossa sociedade a demanda de liderança eficaz.
Existem muitos modelos teóricos que pretendem explicar a natureza da liderança ou distinguir os líderes dos não-líderes.
Percebemos que sempre existirá a necessidade de liderança em uma organização e sabemos de sua real importância para o desenvolvimento de uma equipe.
Por outro lado vale ressaltar que se tornar líder requer maturidade e aprendizado e aperfeiçoamento constante.

Ninguém é super homem ou super mulher, todos tem limitações e qualidades que se bem canalizadas podem render frutos, não somente no âmbito profissional.
Hoje, entre tantos modelos de liderança podemos afirmar que uma liderança eficaz, portanto, exige um determinado comportamento e habilidades, do líder.

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terça-feira, 27 de junho de 2006

Líder: Motive-se

É fácil ficar à toa, desesperançado e desse modo desistir de empenhar-se pelo êxito de sua equipe.

Afinal você já fez tudo o que podia para tentar transformar a sua equipe em um time de campeões.
Talvez você esteja pensando "eles são insaciáveis", por mais que eu me desdobre para organizar festas ou premiar, nada surte o efeito esperado.
Jamais pense assim, você deve progredir. Não pense que a sua criatividade acabou.

Procure ser o melhor em sua profissão, sendo original e produzindo o seu trabalho com amor e determinação. Seja empreendedor, crie bons hábitos.
Revele aos outros o que há de melhor em seu interior, pois a sua capacidade é infinita e você sabe disso.
Abrace seus ideais e seja um empreendedor. Trate tudo na empresa em que trabalha como se fosse seu, comece elogiando as pessoas de maneira sincera, faça bom uso dos equipamentos, economize papel, zele pela limpeza do local.

Torne-se um exemplo. As pessoas necessitam de mentores, pessoas como você, engajadas e comprometidas com o sucesso.
Você é capaz! Sua equipe precisa de um líder motivado, alguém seguro, uma pessoa capaz de criar sinergia no ambiente de trabalho.

Abra os seus horizontes, procure fazer as pequenas coisas de maneira extraordinária.
Esteja aberto para receber críticas e comece a trabalhar os seus pontos fracos.
Um estilo de liderança introspectivo, arrogante e apático é ineficaz, deteriora a moral e o clima organizacional.

Dale Carnegie, disse o seguinte: "Eis o que toda pessoa de sucesso deseja: a luta, o desafio".
Não é necessário entender muito sobre o comportamento humano, basta conhecer a si próprio e compreender quais são as suas motivações.
Status? Dinheiro? Benefícios? Boas condições de trabalho?

Acredito que as pessoas só podem motivar quando estão motivadas, assim conseguem verdadeiramente expressar o seu valor.
Se o trabalho é excitante e interessante o que não faltará serão pessoas comprometidas em realizá-lo com afinco.

Concentre sua atenção no seu interior, e busque em todo o seu repertório maneiras de transmitir a sua equipe a melhor de todas as motivações - o bem estar de um coração tranqüilo.

Aprenda a Mapear Sua Equipe

O conhecimento é a ferramenta mais poderosa que podemos utilizar em qualquer processo de conquista.
Para conquistar o respeito e a admiração de seus subordinados, antes de tudo é preciso conhecê-los. E por que não mapeá-los?

Quanto mais você souber sobre sua equipe maiores serão suas chances de obter êxito enquanto líder.
Para mapear sua equipe é necessário ter:

Informações profissionais
Conhecer o histórico profissional de cada membro.
Mas atenção! Histórico profissional não é informação de currículo. É preciso conhecer as preferências do indivíduo no trabalho.
Quais atividades realizava?
O que mais gostava de fazer?
O que menos gostava?

Informações pessoais
Conhecer a vida familiar e social do colaborador.
Conhecer não é se envolver. Procure saber como vive, onde mora, com quem mora e em quais condições. Tais informações poderão ser úteis, desde o momento de realizar um simples dimensionamento até a hora da promoção.

Informações emocionais
Você sabe o que o faz chorar?
Dependendo do momento que a pessoa vive, um simples "não" pode ser o estopim de uma grande explosão de emoções.
Portanto, conheça os limites de seus colaboradores. Isto ajuda a criar um clima muito positivo dentro do grupo.

Informações sobre o crescimento
Em que fase de crescimento profissional se encontra o indivíduo?
a) Em pleno crescimento - vale a pena investir
b) Estagnado, com problemas, desmotivado e sem perspectivas - identificar as razões
c) Satisfeito, estável - feliz com o trabalho pois gosta do que faz
d) Erva daninha - está apenas passando uma chuva

A partir do momento em que conseguimos obter todas as informações sobre nossa equipe, fica muito mais fácil identificar o que a estimula.

Dez Dicas para Conquistar a Qualidade em Sua Equipe

Lideres engajados e dispostos a lutar pelos interesses da equipe com o passar do tempo tornam-se mentores.
É fundamental que haja apoio, envolvimento e participação de todos na busca continua da qualidade.
Porém, o sucesso de uma equipe depende em 80% do esforço da supervisão.
Portanto, é preciso desenvolver uma visão gerencial.
Dicas:

1. Demonstre ao grupo a sua satisfação, não por palavras ou documento, mas por ações.

2. Entenda e respeite. Não se podemos fazer aquilo que julgamos melhor ou pior para alguém, nem tampouco supor o que os outros gostariam. É fundamental ouvir os membros da equipe para agir de maneira assertiva;

3. Não busque por um modelo pronto de gestão. O fundamental é compreender que a inovação também deve estar baseada no entendimento total das necessidades da sua equipe. Seja diferente. Desenvolva o seu estilo de gestão;

4. Contrate as pessoas certas. Diga não para as indicações indesejadas. Busque no mercado pessoas capazes de argumentar e resolver problemas. Estes perfis podem ser desenvolvidos, mas antecipe-se em encontrar pessoas prontas para os lugares certos;

5. Treine, treine, treine - e certifique-se de que todos aprenderam. Invista na qualidade de seus treinamentos.

6. Incentive sempre. As pessoas devem ver a conexão entre ações e resultados. Você deve criar ou apoiar um programa de incentivos constantemente. Seja o primeiro a acreditar na funcionalidade desse programa.

7. Crie um clima de confiança com o grupo. Você cumpriu o que prometeu?

8. Transmita segurança por meio de seus conhecimentos e habilidades. A constância de propósitos também é necessária para demonstrar profissionalismo em suas ações;

9. Trabalhe com homogenia e não com paternalismo. As pessoas percebem a atenção individualizada que recebem. Cuidado para não criar climas e peixinhos;

10. Assuma riscos. Obtenha êxito colocando em prática idéias conhecidas, mas que ninguém ainda testou. Isso exige coragem para dar um grande salto.

Fazer qualidade acontecer na sua equipe é um processo complexo. Precisa ser uma ação contínua, sem perder o foco das responsabilidades do dia-a-dia.
Pois como dizem alguns especialistas, qualidade tem início, mas não tem fim.

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Nunca Foi Tão Fácil Motivar

Você se lembra do sucesso que foi sua última campanha motivacional?

Todos ficaram felizes com os resultados e, até mesmo a menor contribuição recebeu o devido reconhecimento.
Agora que tudo passou, só nos resta avaliar os resultados obtidos e a partir daí, empregar mais energia e entusiasmo para a próxima campanha.

Motivação também tem momento certo. Portanto, agora que percebemos quais foram os fatores que tornaram a nossa campanha um sucesso, poderemos formular novas campanhas com mais segurança.

Mas como avaliar?
Às vezes a campanha parece ótima nos primeiros dias e, depois perde força. Perceber quais foram os fatores que determinaram o sucesso da campanha só depende de nossa observação sobre os acontecimentos ocorridos durante o período vigente.

Alguns indicadores:
% de participantes que demonstraram interesse pelo tema escolhido;
% de participantes que demonstraram alegria e satisfação em participar;
% de participantes que demonstraram interesse pelos prêmios oferecidos;
% de participantes que opinaram sobre as regras da campanha;
% dos membros que participaram ativamente (colaram cartazes, criaram slogans, etc).

Perceba que, tais indicadores nos fornecem informações de grande utilidade, para que tenhamos altos índices de aceitação em nossas próximas campanhas.
No entanto, vale ressaltar que o clima organizacional é o que irá determinar o caminho certo a seguir.

As campanhas funcionam melhor quando conseguirmos nos concentrar nos sentimentos e emoções das pessoas que compõe nossa equipe. Muitas vezes as campanhas que dão melhores resultados são as que não possuem premiação material, e sim reconhecimento.

Visto desta ótica, eu afirmo que: nunca foi tão fácil motivar!